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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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1
|Juízes 11:1|
Now Jephthah the Gileadite was a mighty man of valour, and he was the son of a harlot; and Gilead had begotten Jephthah.
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2
|Juízes 11:2|
And Gilead's wife bore him sons; and when his wife's sons were grown, they expelled Jephthah, and said to him, Thou shalt not inherit in our father's house; for thou art the son of another woman.
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3
|Juízes 11:3|
Then Jephthah fled from his brethren, and dwelt in the land of Tob. And vain men were gathered to Jephthah, and they made expeditions with him.
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4
|Juízes 11:4|
And it came to pass after some time, that the children of Ammon fought with Israel.
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5
|Juízes 11:5|
And when the children of Ammon made war against Israel, the elders of Gilead went to fetch Jephthah out of the land of Tob.
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6
|Juízes 11:6|
And they said to Jephthah, Come, and be our captain, that we may fight against the children of Ammon.
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7
|Juízes 11:7|
And Jephthah said to the elders of Gilead, Did not ye hate me, and expel me out of my father's house? and why are ye come to me now when ye are in trouble?
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8
|Juízes 11:8|
And the elders of Gilead said to Jephthah, Therefore we have returned to thee now, that thou mayest go with us, and fight against the children of Ammon, and be head over all of us the inhabitants of Gilead.
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9
|Juízes 11:9|
And Jephthah said to the elders of Gilead, If ye take me back to fight against the children of Ammon, and Jehovah give them up before me, shall I be your head?
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10
|Juízes 11:10|
And the elders of Gilead said unto Jephthah, Jehovah be witness between us, if we do not so according to thy words!
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva