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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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1
|Juízes 21:1|
Now the men of Israel had sworn in Mizpah, saying, There shall not any of us give his daughter to the Benjaminites as wife.
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2
|Juízes 21:2|
And the people came to Bethel, and abode there till even before God, and lifted up their voices and wept bitterly,
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3
|Juízes 21:3|
and said, Jehovah, God of Israel, why is it come to pass in Israel, that there should be this day one tribe lacking in Israel?
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4
|Juízes 21:4|
And it came to pass on the morrow, that the people rose early, and built there an altar, and offered up burnt-offerings and peace-offerings.
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5
|Juízes 21:5|
And the children of Israel said, Who is there among all the tribes of Israel that came not up with the congregation to Jehovah? For they had [made] a great oath concerning him that came not up to Jehovah to Mizpah, saying, He shall certainly be put to death.
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6
|Juízes 21:6|
And the children of Israel repented them for Benjamin their brother, and said, To-day is one tribe extirpated from Israel.
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7
|Juízes 21:7|
What shall we do for wives for them that remain? since we have sworn by Jehovah that we will not give them of our daughters for wives.
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8
|Juízes 21:8|
And they said, What one is there of the tribes of Israel that came not up to Mizpah to Jehovah? And behold, there came none to the camp from Jabesh-Gilead, to the congregation;
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9
|Juízes 21:9|
for the people were numbered, and behold, there were none of the inhabitants of Jabesh-Gilead there.
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10
|Juízes 21:10|
And the assembly sent thither twelve thousand men of the most valiant and commanded them, saying, Go and smite the inhabitants of Jabesh-Gilead with the edge of the sword, and the women and the children.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva