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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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11
|Juízes 15:11|
Then three thousand men of Judah went down to the cleft of the cliff Etam, and said to Samson, Knowest thou not that the Philistines rule over us? And what is this that thou hast done to us? And he said to them, As they did to me, so have I done to them.
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12
|Juízes 15:12|
And they said to him, We are come down to bind thee, that we may give thee into the hand of the Philistines. And Samson said to them, Swear to me that ye will not fall on me yourselves.
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13
|Juízes 15:13|
And they spoke to him, saying, No; but we will bind thee fast, and deliver thee into their hand; but we certainly shall not put thee to death. And they bound him with two new cords, and brought him up from the cliff.
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14
|Juízes 15:14|
When he came to Lehi, the Philistines shouted against him. And the Spirit of Jehovah came upon him, and the cords that were on his arms became as threads of flax that are burned with fire, and his bands loosed from off his hands.
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15
|Juízes 15:15|
And he found a fresh jawbone of an ass, and put forth his hand and took it, and slew with it a thousand men.
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16
|Juízes 15:16|
And Samson said, With the jawbone of an ass, a heap, two heaps, With the jawbone of an ass have I slain a thousand men.
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17
|Juízes 15:17|
And it came to pass when he had ended speaking, that he cast away the jawbone out of his hand, and called that place Ramath-Lehi.
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18
|Juízes 15:18|
And he was very thirsty, and called on Jehovah, and said, Thou hast given by the hand of thy servant this great deliverance, and now shall I die for thirst, and fall into the hand of the uncircumcised?
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19
|Juízes 15:19|
And God clave the hallow rock which was in Lehi, and water came out of it. And he drank, and his spirit came again, and he revived. Therefore its name was called En-hakkore, which is in Lehi to this day.
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20
|Juízes 15:20|
And he judged Israel in the days of the Philistines twenty years.
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Sugestões

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23 de outubro LAB 662
VOE MAIS ALTO!
Lucas 09-11
Na leitura de hoje, encontramos o desafio da decolagem do cristianismo, em suas formas mais primitivas. Para ser enviado é preciso ter duas características contrastantes que, ironicamente, se harmonizam: submissão e coragem.
Submissão para esperar que o pão não seja comprado, mas provido; coragem para fazer uma confissão de pensamento revolucionário; submissão para contemplar a glória do pai, e não querer glória para si; coragem para enfrentar o poder do mal, em nome de Jesus; submissão para não querer ser o maior; coragem para enfrentar a oposição que muitos fazem ao ministério (Lucas 9).
Submissão para ser enviado por Cristo, aonde quer que Ele mandar; coragem para quebrar as regras que não passam de tradição opressora; submissão para sentar-se aos pés de Cristo; coragem para falar o que é preciso na hora certa (Lucas 10).
Submissão para aprender a ouvir a voz de Deus no encontro da oração; coragem para permanecer ao lado de Jesus, mesmo quando o cristianismo sofre acusações; submissão para aceitar a mensagem pela fé, e não pelos sinais de engano; coragem para ser uma candeia brilhante; submissão para aceitar o cristianismo do jeito de Cristo, e não do meu jeito; coragem para chamar o pecado pelo nome (Lucas 11).
Encontrei uma história que ilustra esse paradoxo coadunante, sobre um piloto que foi, ao mesmo tempo, submisso o suficiente para sofrer o que era preciso, mas corajoso o suficiente para alçar-se ao que era necessário. Conta-se que, logo após a segunda guerra mundial, este jovem inglês experimentava o seu frágil avião monomotor numa arrojada aventura ao redor do mundo. Pouco depois de decolar de um dos pequenos e improvisados aeródromos da Índia daquela época, ouviu um estranho ruído por trás do assento. Percebeu logo que havia um rato à bordo e que poderia, roendo a cobertura de lona, destruir seu frágil avião. Pensou em voltar ao aeroporto para se livrar de seu inesperado passageiro, mas isso iria atrasar e poderia até frustrar sua viagem. Lembrou-se, então, que os ratos não resistem às grandes alturas e voou cada vez mais alto e, pouco a pouco, cessaram-se os ruídos e perigos. Correu riscos, mas superou o problema.
Coragem e submissão lhe impulsionam a uma situação que podemos chamar de “um vôo mais alto”. Se estão tentando acabar com a sua missão, voe mais alto! Em caso de inveja, voe mais alto! Em caso de calúnia, voe mais alto! Em caso de maledicência, voe mais alto! Em caso de crítica maldosa, voe mais alto! Lembre-se: Os “ratos” não resistem às grandes alturas, pois não são corajosos nem submissos.
Voe! Voe mais alto!
Fonte: adaptado de http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/voemaisalto.htm
Valdeci Júnior
Fátima Silva