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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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6
|Juízes 19:6|
And they sat down, and ate and drank, both of them together. And the damsel's father said to the man, Be content, I pray thee, and pass the night, and let thy heart be glad.
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7
|Juízes 19:7|
And the man rose up to depart, but his father-in-law urged him, and he lodged there again.
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8
|Juízes 19:8|
And he arose early in the morning on the fifth day to depart; but the damsel's father said, Refresh thy heart, I pray thee. And they lingered until the afternoon, and they did eat both of them.
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9
|Juízes 19:9|
And the man rose up to depart, he, and his concubine, and his servant; and his father-in-law, the damsel's father, said to him, Behold now, the day draws toward evening -- I pray you stay all night; behold, the day is declining, lodge here, and let thy heart be merry; and to-morrow get you early on your way, that thou mayest go to thy tent.
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10
|Juízes 19:10|
But the man would not tarry the night; and he rose up and departed, and came opposite to Jebus, that is, Jerusalem; and there were with him two asses saddled, and his concubine was with him.
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11
|Juízes 19:11|
They were near Jebus, and the day was far spent; and the servant said to his master, Come, I pray thee, and let us turn aside into this city of the Jebusites, and lodge in it.
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12
|Juízes 19:12|
But his master said to him, We will not turn aside into the city of a stranger, which is not of the children of Israel, but we will pass on to Gibeah.
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13
|Juízes 19:13|
And he said to his servant, Come and let us draw near to one of these places, and lodge in Gibeah, or in Ramah.
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14
|Juízes 19:14|
And they passed on and went their way; and the sun went down upon them [when they were] by Gibeah, which belongs to Benjamin.
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15
|Juízes 19:15|
And they turned aside thither, to go in, to lodge in Gibeah. And he went in, and sat down in the open place of the city; and there was no one that received him into his house to pass the night.
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
BUSQUE A DEUS
JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva