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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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15
|Juízes 2:15|
Whithersoever they went out the hand of Jehovah was against them for evil, as Jehovah had said, and as Jehovah had sworn unto them; and they were greatly distressed.
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16
|Juízes 2:16|
And Jehovah raised up judges, and they saved them out of the hand of those that spoiled them.
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17
|Juízes 2:17|
But they did not even hearken to their judges, for they went a whoring after other gods, and bowed themselves to them; they turned quickly out of the way that their fathers had walked in, obeying the commandments of Jehovah; they did not so.
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18
|Juízes 2:18|
And when Jehovah raised them up judges, then Jehovah was with the judge, and saved them out of the hand of their enemies all the days of the judge; for it repented Jehovah because of their groanings by reason of them that oppressed them and crushed them.
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19
|Juízes 2:19|
And it came to pass when the judge died, that they turned back and corrupted themselves more than their fathers, in following other gods to serve them, and to bow down to them: they ceased not from their own doings, nor from their stubborn way.
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20
|Juízes 2:20|
And the anger of Jehovah was hot against Israel; and he said, Because this nation hath transgressed my covenant which I commanded their fathers, and hath not hearkened unto my voice,
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21
|Juízes 2:21|
I also will not henceforth dispossess from before them any of the nations that Joshua left when he died;
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22
|Juízes 2:22|
that through them I may prove Israel, whether they will keep the way of Jehovah to walk therein, as their fathers did keep [it], or not.
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23
|Juízes 2:23|
Therefore Jehovah left those nations, without dispossessing them hastily, neither delivered he them into the hand of Joshua.
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1
|Juízes 3:1|
And these are the nations that Jehovah left, to prove Israel by them, all that had not known all the wars of Canaan;
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva