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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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30
|Neemias 3:30|
Därnäst sattes en annan sträcka i stånd av Hananja, Selemjas son, och Hanun, Salafs sjätte son; därnäst arbetade Mesullam, Berekjas son, mitt emot sin tempelkammare.
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31
|Neemias 3:31|
Därnäst sattes ett stycke i stånd av Malkia, en av guldsmederna, ända fram till tempelträlarnas och köpmännens hus, mitt emot Mönstringsporten och vidare fram till Hörnsalen.
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32
|Neemias 3:32|
Och mellan Hörnsalen och Fårporten arbetade guldsmederna och köpmännen på att sätta muren i stånd.
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1
|Neemias 4:1|
När nu Sanballat hörde att vi höllo på att bygga upp muren, vredgades han och blev högeligen förtörnad. Och han bespottade judarna
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2
|Neemias 4:2|
och talade så inför sina bröder och inför Samariens krigsfolk: »Vad är det dessa vanmäktiga judar göra? Skall man låta dem hållas? Skola de få offra? Skola de kanhända i sinom tid fullborda sitt verk? Skola de kunna giva liv åt stenarna i grushögarna, där de ligga förbrända?»
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3
|Neemias 4:3|
Och ammoniten Tobia, som stod bredvid honom sade: »Huru de än bygga, skall dock en räv komma deras stenmur att rämna, blott han hoppar upp på den.»
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4
|Neemias 4:4|
Hör, vår Gud, huru föraktade vi äro. Låt deras smädelser falla tillbaka på deras egna huvuden. Ja, låt dem bliva utplundrade i ett land dit de föras såsom fångar.
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5
|Neemias 4:5|
Överskyl icke deras missgärningar, och låt deras synd icke varda utplånad ur din åsyn, eftersom de hava varit de byggande till förargelse.
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6
|Neemias 4:6|
Och vi byggde på muren, och hela muren blev hopfogad till sin halva höjd; och folket arbetade med gott mod.
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7
|Neemias 4:7|
Men när Sanballat och Tobia och araberna, ammoniterna och asdoditerna hörde att man alltjämt höll på med att laga upp Jerusalems murar, och att rämnorna begynte igentäppas, då blevo de mycket vreda.
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Sugestões

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17 de janeiro LAB 383
ESCOLA PORTO SEGURO
Êxodo 01-04
Há muitas pessoas que saem das grandes cidades para ir morar no interior, buscando mais tranqüilidade e uma qualidade de vida melhor. Mas aí vem o problema: no interior, não se encontra tudo que precisa. É claro, nos grandes centros têm mais recursos. Tem de tudo: tudo de bom e tudo que não presta também. Muita gente migra para o interior para livra-se do que não é bom. Elas procuram encontrar um verdadeiro refúgio.
Isso me lembra Garopaba, uma cidade turística, de lindas praias, no sul do Brasil, conhecida, pelo menos por nome, por muita gente. Além do turismo, ela tem essa característica de muitas pessoas buscarem qualidade de vida ao mudar para lá. Quando chegam, vem a grande questão: e agora, onde vamos matricular nossos filhos? Aqui não tem aquelas grandes redes de escola que tínhamos na cidade grande.
Aí vem algo fantástico que encontrei em Garopaba. Conheci pessoas que mudaram para lá por missão. O ministério deles é fundar, ali no interior, uma escola com alta qualidade de ensino, com alta qualidade de padrões morais, com alta qualidade de tudo o que uma escola precisa, para que os pais fiquem tranqüilos ao deixar seus filhos nela. O mais interessante é que o nome da escola é Porto Seguro, um símbolo de que, mesmo no meio das dificuldades da vida, mesmo nos desertos deste mundo, ainda podemos procurar, fazer, criar, encontrar “portos seguros”, onde podemos preservar pelo desenvolvimento do nosso caráter.
A leitura bíblica conta a história de alguém que viveu isso muitas vezes e mostra qual foi o resultado. Esse alguém nasceu na megalópole, só que na periferia mais discriminada daquele colosso urbano. Sua mãe não se contentou com isso. Ela deu um jeito de enviá-lo para um lugar mais seguro. O sujeito da nossa história cresceu recebendo a maior educação secular do mundo, nos palácios do Egito. Mas, ao mesmo tempo, recebeu a maior formação religiosa do mundo no seu lar de origem. No academicismo do Egito, ele encontrou o “porto seguro” intelectual, e no colo de Joquebede, o “porto seguro” espiritual. Depois, precisou aprender na maior de todas as escolas: a escola da vida. Como andarilho do deserto, encontrou um “porto seguro” na casa de Jetro, onde aprendeu a viver bem em pleno deserto.
O resultado disso tudo é que ele voltou, capacitado pelas letras, pela religião e pela vida para ser o maior libertador de todos os tempos: simplesmente Moisés. É interessante que a maior capacitação que ele encontrou foi na sarça ardente.
Sem dúvida, o porto mais seguro que podemos encontrar é na presença de Deus. Experimente isso, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva