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|Neemias 12:41|
kaj la pastroj Eljakim, Maaseja, Minjamin, Mihxaja, Eljoenaj, Zehxarja, HXananja, kun trumpetoj,
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|Neemias 12:42|
kaj Maaseja, SXemaja, Eleazar, Uzi, Jehohxanan, Malkija, Elam, kaj Ezer. Kaj lauxte kantis la kantistoj; ilia cxefo estis Jizrahxja.
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|Neemias 12:43|
Kaj oni alportis en tiu tago grandajn oferojn, kaj oni estis gajaj; cxar Dio gxojigis ilin per granda gxojo; ecx la virinoj kaj la infanoj gxojis, kaj la gajeco de Jerusalem estis auxdata malproksime.
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|Neemias 12:44|
Kaj en tiu tago estis starigitaj homoj por la cxambroj de provizejo, por la oferdonoj, la unuaajxoj, la dekonajxoj, por kolekti en tiuj cxambroj el la kampoj de la urboj la preskribitajn partojn por la pastroj kaj la Levidoj; cxar la Judoj gxojis pri la pastroj kaj Levidoj, kiuj staris.
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|Neemias 12:45|
Kaj ili observadis la preskribon de sia Dio kaj la preskribon pri la pureco. Kaj la kantistoj kaj pordegistoj staris konforme al la preskribo de David kaj de lia filo Salomono.
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|Neemias 12:46|
CXar ankaux antauxe, en la tempo de David kaj Asaf, estis cxefoj de kantistoj, kaj glorkantoj kaj dankokantoj al Dio.
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|Neemias 12:47|
CXiuj Izraelidoj en la tempo de Zerubabel kaj en la tempo de Nehxemja donadis partojn cxiutagajn al la kantistoj kaj pordegistoj; kaj ili konsekradis partojn por la Levidoj, kaj la Levidoj konsekradis partojn por la idoj de Aaron.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva