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Esperanto -
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|Neemias 7:1|
Kiam la murego estis konstruita, mi starigis la pordojn; kaj ricevis siajn oficojn la pordegistoj, la kantistoj, kaj la Levidoj.
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|Neemias 7:2|
Kaj mi donis ordonon al mia frato HXanani, kaj al HXananja, kastelestro de Jerusalem (cxar li estis homo fidela, kaj diotima pli ol multaj aliaj),
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|Neemias 7:3|
kaj mi diris al ili:Oni ne malfermu la pordegojn de Jerusalem, antaux ol la suno estos bone varmiga; kaj tiel longe, kiel ili staras, ili restigu la pordegojn fermitaj kaj sxlositaj; kaj oni starigu gardon el la logxantoj de Jerusalem, cxiun sur lia gardoloko kaj cxiun kontraux lia domo.
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4
|Neemias 7:4|
Sed la urbo estis vasta kaj granda, kaj da logxantoj estis en gxi nemulte, kaj la domoj ne estis konstruitaj.
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|Neemias 7:5|
Kaj mia Dio min inspiris, kaj mi kunvenigis la eminentulojn kaj la estrojn kaj la popolon, por ilin registri. Kaj mi trovis la genealogian registron de tiuj, kiuj venis antauxe, kaj mi trovis, ke en gxi estas skribite jene:
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6
|Neemias 7:6|
Jen estas la logxantoj de la lando, kiuj iris el la forkaptitoj, kiujn forkondukis Nebukadnecar, regxo de Babel, kaj kiuj revenis en Jerusalemon kaj en Judujon, cxiu en sian urbon,
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|Neemias 7:7|
kiuj venis kun Zerubabel, Jesxua, Nehxemja, Azarja, Raamja, Nahxamani, Mordehxaj, Bilsxan, Misperet, Bigvaj, Nehxum, Baana. La nombro de la viroj de la popolo Izraela estis:
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|Neemias 7:8|
de la idoj de Parosx, du mil cent sepdek du,
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9
|Neemias 7:9|
de la idoj de SXefatja, tricent sepdek du,
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10
|Neemias 7:10|
de la idoj de Arahx, sescent kvindek du,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva