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|Neemias 1:11|
Mi petas, ho Sinjoro, Via orelo estu atenta al la pregxo de Via servanto, kaj al la pregxo de Viaj servantoj, kiuj deziras timi Vian nomon; kaj donu sukceson al Via servanto hodiaux, kaj akirigu al li favorkorecon antaux cxi tiu homo. (Mi estis vinversxisto cxe la regxo.)
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|Neemias 2:1|
En la monato Nisan, en la dudeka jaro de la regxo Artahxsxast, antaux li staris vino. Kaj mi prenis la vinon kaj donis al la regxo; kaj gxis tiam mi ne estis malgaja antaux li.
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|Neemias 2:2|
Kaj la regxo diris al mi:Kial vi aspektas malbone, kvankam vi ne estas malsana? tio certe estas doloro de koro. Kaj mi forte ektimis,
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|Neemias 2:3|
kaj mi diris al la regxo:La regxo vivu eterne; kiel mi povas ne aspekti malbone, kiam la urbo, kiu estas la tomboloko de miaj patroj, estas dezertigita, kaj gxiaj pordegoj estas forbruligitaj per fajro?
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|Neemias 2:4|
Kaj la regxo diris al mi:Kion do vi deziras? Tiam mi pregxis al Dio de la cxielo,
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|Neemias 2:5|
kaj diris al la regxo:Se al la regxo placxas, kaj se via sklavo havas vian favoron, permesu al mi veturi en Judujon, en la urbon, kie trovigxas la tomboj de miaj patroj, kaj konstrui gxin.
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|Neemias 2:6|
Kaj la regxo diris al mi (la regxino sidis apud li):Kiel longe dauxros via veturado? kaj kiam vi revenos? Kaj la regxo bonvolis forliberigi min, kaj mi difinis al li templimon.
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|Neemias 2:7|
Kaj mi diris al la regxo:Se al la regxo placxas, oni donu al mi leterojn al la transriveraj regionestroj, ke ili permesu al mi trairi, gxis mi venos en Judujon;
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|Neemias 2:8|
kaj ankaux leteron al Asaf, la gardisto de la regxa arbaro, ke li donu al mi arbojn por tegi la pordegojn de la kastelo cxe la templo, kaj por la murego de la urbo, kaj por la domo, en kiu mi logxos. Kaj la regxo donis al mi, cxar super mi estis la favora mano de mia Dio.
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9
|Neemias 2:9|
Kaj mi venis al la transriveraj regionestroj, kaj mi donis al ili la leterojn de la regxo. Kaj la regxo sendis kun mi oficirojn kaj rajdistojn.
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
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JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva