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Esperanto -
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|Neemias 1:11|
Mi petas, ho Sinjoro, Via orelo estu atenta al la pregxo de Via servanto, kaj al la pregxo de Viaj servantoj, kiuj deziras timi Vian nomon; kaj donu sukceson al Via servanto hodiaux, kaj akirigu al li favorkorecon antaux cxi tiu homo. (Mi estis vinversxisto cxe la regxo.)
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|Neemias 2:1|
En la monato Nisan, en la dudeka jaro de la regxo Artahxsxast, antaux li staris vino. Kaj mi prenis la vinon kaj donis al la regxo; kaj gxis tiam mi ne estis malgaja antaux li.
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|Neemias 2:2|
Kaj la regxo diris al mi:Kial vi aspektas malbone, kvankam vi ne estas malsana? tio certe estas doloro de koro. Kaj mi forte ektimis,
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|Neemias 2:3|
kaj mi diris al la regxo:La regxo vivu eterne; kiel mi povas ne aspekti malbone, kiam la urbo, kiu estas la tomboloko de miaj patroj, estas dezertigita, kaj gxiaj pordegoj estas forbruligitaj per fajro?
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|Neemias 2:4|
Kaj la regxo diris al mi:Kion do vi deziras? Tiam mi pregxis al Dio de la cxielo,
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|Neemias 2:5|
kaj diris al la regxo:Se al la regxo placxas, kaj se via sklavo havas vian favoron, permesu al mi veturi en Judujon, en la urbon, kie trovigxas la tomboj de miaj patroj, kaj konstrui gxin.
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|Neemias 2:6|
Kaj la regxo diris al mi (la regxino sidis apud li):Kiel longe dauxros via veturado? kaj kiam vi revenos? Kaj la regxo bonvolis forliberigi min, kaj mi difinis al li templimon.
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|Neemias 2:7|
Kaj mi diris al la regxo:Se al la regxo placxas, oni donu al mi leterojn al la transriveraj regionestroj, ke ili permesu al mi trairi, gxis mi venos en Judujon;
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|Neemias 2:8|
kaj ankaux leteron al Asaf, la gardisto de la regxa arbaro, ke li donu al mi arbojn por tegi la pordegojn de la kastelo cxe la templo, kaj por la murego de la urbo, kaj por la domo, en kiu mi logxos. Kaj la regxo donis al mi, cxar super mi estis la favora mano de mia Dio.
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9
|Neemias 2:9|
Kaj mi venis al la transriveraj regionestroj, kaj mi donis al ili la leterojn de la regxo. Kaj la regxo sendis kun mi oficirojn kaj rajdistojn.
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva