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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Esperanto -
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27
|Números 14:27|
GXis kiam cxi tiu malbona komunumo murmuros kontraux Mi? la murmuradon de la Izraelidoj, kiun ili murmuras kontraux Mi, Mi auxdis.
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28
|Números 14:28|
Diru al ili:Kiel Mi vivas, diras la Eternulo, kiel vi parolis al Miaj oreloj, tiel Mi faros al vi:
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29
|Números 14:29|
en cxi tiu dezerto falos viaj kadavroj, kaj el cxiuj viaj kalkulitoj, laux via tuta kalkulo, en la agxo de dudek jaroj kaj pli, kiuj murmuris kontraux Mi,
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30
|Números 14:30|
neniu venos en la landon, pri kiu Mi levis Mian manon, ke Mi logxigos vin en gxi, neniu krom Kaleb, filo de Jefune, kaj Josuo, filo de Nun.
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31
|Números 14:31|
Viajn infanojn, pri kiuj vi diris, ke ili farigxos militakiro, Mi venigos tien, kaj ili ekkonos la landon, kiun vi malsxatis.
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32
|Números 14:32|
Sed vi-viaj kadavroj falos en cxi tiu dezerto.
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33
|Números 14:33|
Kaj viaj filoj estos pasxtistoj en la dezerto dum kvardek jaroj, kaj portos vian malcxastecon, gxis kiam viaj kadavroj konsumigxos en la dezerto.
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34
|Números 14:34|
Laux la nombro de la tagoj, dum kiuj vi esplorrigardis la landon, kvardek tagoj, po jaro pro cxiu tago, vi portos la punon pro via malbonago dum kvardek jaroj, por ke vi ekkonu Mian malfavoron.
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35
|Números 14:35|
Mi, la Eternulo, tion diris:tion Mi faros al tiu tuta malbona komunumo, kiu ribelis kontraux Mi; en cxi tiu dezerto ili pereos kaj cxi tie ili mortos.
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36
|Números 14:36|
Kaj la viroj, kiujn Moseo sendis, por esplorrigardi la landon, kaj kiuj revenis kaj murmurigis kontraux li la tutan komunumon, disvastigante malbonan famon pri la lando-
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva