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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Esperanto -
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12
|Números 15:12|
Laux la nombro de la oferoj, kiujn vi faros, agu tiel cxe cxiu, laux ilia nombro.
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13
|Números 15:13|
CXiu indigxeno faru tion tiamaniere, alportante fajroferon, agrablan odorajxon al la Eternulo.
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14
|Números 15:14|
Kaj se logxas inter vi fremdulo aux kiu ajn estas inter vi en viaj generacioj, kaj li alportos fajroferon, agrablan odorajxon al la Eternulo, tiam li faru tiel, kiel vi faras.
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15
|Números 15:15|
Por la tuta komunumo devas esti unu legxo, por vi kaj por la fremdulo inter vi; legxo eterna en viaj generacioj, kiel por vi, tiel ankaux por la fremdulo, estu antaux la Eternulo.
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16
|Números 15:16|
Unu legxo kaj unu rajto estu por vi, kaj por la fremdulo, kiu logxas kun vi.
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17
|Números 15:17|
Kaj la Eternulo ekparolis al Moseo, dirante:
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18
|Números 15:18|
Parolu al la Izraelidoj, kaj diru al ili:Kiam vi venos en la landon, en kiun Mi vin kondukas,
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19
|Números 15:19|
kaj vi mangxos la panon de tiu lando, tiam donu oferdonon al la Eternulo.
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|Números 15:20|
Kiel unuaajxon el via pasto alportu oferdone kukon; kiel oferdonon el la grenejo, tiel oferdonu gxin.
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21
|Números 15:21|
El la unuaajxoj de via pasto donu al la Eternulo oferdonon en viaj generacioj.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva