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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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22
|Números 15:22|
Kaj se vi eraros, kaj ne plenumos cxiujn tiujn ordonojn, kiujn la Eternulo diris al Moseo,
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23
|Números 15:23|
cxion, kion la Eternulo ordonis al vi per Moseo, de la tago, en kiu la Eternulo ordonis, kaj plue, en viaj generacioj;
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24
|Números 15:24|
tiam se pro neatento de la komunumo estis farita la eraro, la tuta komunumo alportu unu bovidon kiel bruloferon, kiel agrablan odorajxon al la Eternulo, kun gxia farunofero kaj gxia versxofero laux la regularo, kaj unu kapron kiel pekoferon.
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25
|Números 15:25|
Kaj la pastro pekliberigos la tutan komunumon de la Izraelidoj, kaj estos pardonite al ili; cxar tio estis eraro, kaj ili alportis sian oferon, fajroferon al la Eternulo, kaj sian pekoferon antaux la Eternulo pro sia peko.
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26
|Números 15:26|
Kaj estos pardonite al la tuta komunumo de la Izraelidoj, kaj al la fremdulo, kiu logxas inter ili; cxar la tuta popolo eraris.
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27
|Números 15:27|
Kaj se unu homo pekos per eraro, tiam li alportu kaprinon jaragxan kiel pekoferon.
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28
|Números 15:28|
Kaj la pastro pekliberigos la homon, kiu eraris, pekante per eraro antaux la Eternulo; li pekliberigos lin, kaj estos pardonite al li.
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29
|Números 15:29|
Kiel por la indigxeno el la Izraelidoj, tiel ankaux por la fremdulo, kiu logxas inter ili, unu legxo estu por vi por tiu, kiu eraris.
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30
|Números 15:30|
Sed se iu faris ion per mano malhumila, cxu li estas indigxeno, cxu fremdulo, li blasfemis kontraux la Eternulo; kaj ekstermigxos tiu homo el inter sia popolo;
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31
|Números 15:31|
cxar la vorton de la Eternulo li malestimis kaj Lian ordonon li malobeis; ekstermigxu tiu homo, lia peko estas sur li.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva