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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Giovanni Diodati Bible (1649) -
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19
|2 Reis 15:19|
Allora Pul, re degli Assiri, venne contro al paese; e Menahem gli diede mille talenti d´argento, acciocchè gli porgesse aiuto, per fermare il regno nelle sue mani.
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20
|2 Reis 15:20|
E Menahem levò que´ danari sopra Israele, sopra tutti coloro ch´erano possenti in facoltà, per darli al re degli Assiri; cinquanta sicli d´argento per testa. Così il re degli Assiri se ne ritornò, e non si fermò quivi nel paese.
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21
|2 Reis 15:21|
Ora, quant´è al rimanente de´ fatti di Menahem, e tutto quello ch´egli fece; queste cose non sono esse scritte nel libro delle Croniche dei re d´Israele?
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22
|2 Reis 15:22|
E Menahem giacque co´ suoi padri; e Pecachia, suo figliuolo, regnò in luogo suo.
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23
|2 Reis 15:23|
L´anno cinquantesimo di Azaria, re di Giuda, Pecachia, figliuolo di Menahem, cominciò a regnare sopra Israele in Samaria, e regnò due anni.
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24
|2 Reis 15:24|
E fece quello che dispiace al Signore; egli non si rivolse da´ peccati di Geroboamo, figliuolo di Nebat, co´ quali egli avea fatto peccare Israele.
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25
|2 Reis 15:25|
E Peca, figliuolo di Remalia, suo capitano, congiurò contro a lui; ed accompagnato da Argob, e da Arie, lo percosse in Samaria, nel palazzo della stanza reale, avendo Peca seco cinquant´uomini Galaaditi. Così l´uccise, e regnò in luogo suo.
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26
|2 Reis 15:26|
Ora, quant´è al rimanente de´ fatti di Pecachia, e tutto quello ch´egli fece; ecco, queste cose sono scritte nel libro delle Croniche dei re d´Israele.
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27
|2 Reis 15:27|
L´anno cinquantesimosecondo di Azaria, re di Giuda, Peca, figliuolo di Remalia, cominciò a regnare sopra Israele in Samaria, e regnò vent´anni.
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28
|2 Reis 15:28|
E fece quello che dispiace al Signore; egli non si rivolse da´ peccati di Geroboamo, figliuolo di Nebat, co´ quali egli avea fatto peccare Israele.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva