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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Giovanni Diodati Bible (1649) -
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1
|Ezequiel 10:1|
POI riguardai, ed ecco, sopra la distesa ch´era sopra il capo dei Cherubini, vi era come una pietra di zaffiro, simigliante in vista ad un trono, il quale appariva sopra loro.
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2
|Ezequiel 10:2|
E colui che sedeva sopra il trono disse all´uomo ch´era vestito di panni lini: Entra per mezzo le ruote, di sotto a´ Cherubini, ed empiti le pugna di brace di fuoco, d´infra i Cherubini, e spargile sopra la città. Ed egli vi entrò nel mio cospetto.
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3
|Ezequiel 10:3|
Ed i Cherubini erano fermi dal lato destro della Casa, quando quell´uomo entrò là; e la nuvola riempiè il cortile di dentro.
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4
|Ezequiel 10:4|
Poi la gloria del Signore si levò d´in su i Cherubini, traendo verso la soglia della Casa; e la Casa fu ripiena della nuvola; e il cortile fu ripieno dello splendor della gloria del Signore.
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5
|Ezequiel 10:5|
Ed il suono dell´ali de´ Cherubini si udiva fino al cortile di fuori, simile alla voce dell´Iddio onnipotente, quando egli parla.
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6
|Ezequiel 10:6|
Ora, quando colui ebbe comandato all´uomo vestito di panni lini, dicendo: Prendi del fuoco di mezzo delle ruote, d´infra i Cherubini, egli venne, e si fermò presso ad una delle ruote.
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7
|Ezequiel 10:7|
E l´uno de´ Cherubini distese la sua mano, d´infra i Cherubini, verso il fuoco, ch´era per mezzo i Cherubini, e ne prese, e lo diede nelle pugna di colui ch´era vestito di panni lini; il quale lo pigliò, ed uscì fuori.
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8
|Ezequiel 10:8|
Or ne´ Cherubini appariva una figura d´una man d´uomo, sotto alle loro ali.
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9
|Ezequiel 10:9|
Ed io riguardai, ed ecco quattro ruote allato a´ Cherubini, ciascuna ruota allato a ciascun Cherubino; e le ruote rassomigliavano in vista al color della pietra del grisolito.
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10
|Ezequiel 10:10|
E quant´è alla lor sembianza, tutte e quattro erano d´una medesima sembianza; come se una ruota fosse stata in mezzo d´un´altra ruota.
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva