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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Giovanni Diodati Bible (1649) -
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1
|Ezequiel 40:1|
NELL´anno venticinquesimo della nostra cattività, nel principio dell´anno, nel decimo giorno del mese, nell´anno quartodecimo da che la città fu percossa; in quell´istesso giorno la mano del Signore fu sopra me, ed egli mi menò là.
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2
|Ezequiel 40:2|
Egli mi menò nel paese d´Israele, in visioni di Dio; e mi posò sopra un monte altissimo, sopra il quale, dal Mezzodì, vi era come un edificio di città.
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3
|Ezequiel 40:3|
E come egli mi ebbe menato là, ecco un uomo, il cui sembiante pareva di rame, ed avea in mano un fil di lino, ed una canna da misurare; ed egli stava in piè in su la porta.
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4
|Ezequiel 40:4|
E quell´uomo parlò a me, dicendo: Figliuol d´uomo, riguarda con gli occhi, ed ascolta con le orecchie, e pon mente a tutte le cose che io ti mostro; perciocchè tu sei stato menato qua, per fartele vedere; fa´ assapere alla casa d´Israele tutte le cose che tu vedi.
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5
|Ezequiel 40:5|
Or ecco un muro di fuori della casa d´ogn´intorno. E quell´uomo, avendo in mano una canna da misurare, di sei cubiti e d´un palmo, misurò la larghezza di quell´edificio, ed era d´una canna; e l´altezza, ed era parimente di una canna.
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6
|Ezequiel 40:6|
Poi venne ad una porta che guardava verso il Levante, e salì per li gradi di essa, e misurò l´un degli stipiti della porta, ed era d´una canna di larghezza; poi l´altro, ed era parimente d´una canna di larghezza.
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7
|Ezequiel 40:7|
Poi misurò le logge, e ciascuna d´esse era d´una canna di lunghezza, e d´una canna di larghezza; e fra l´una loggia e l´altra vi era lo spazio di cinque cubiti; poi misurò il limitar della porta d´appresso al portale della casa di dentro, ed era d´una canna.
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8
|Ezequiel 40:8|
Poi egli misurò il portale della porta di dentro, ed era d´una canna.
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9
|Ezequiel 40:9|
Poi misurò ancora il portale della porta, ed era d´otto cubiti; e le sue fronti, ed erano di due cubiti; e l´antiporto della porta era indentro.
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10
|Ezequiel 40:10|
E le logge della porta, verso il Levante, erano tre di qua, e tre di là; tutte e tre erano d´una medesima misura; parimente d´una stessa misura erano le fronti di qua, e di là.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva