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New International Version -
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|Cantares 8:1|
If only you were to me like a brother, who was nursed at my mother’s breasts! Then, if I found you outside, I would kiss you, and no-one would despise me.
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|Cantares 8:2|
I would lead you and bring you to my mother’s house — she who has taught me. I would give you spiced wine to drink, the nectar of my pomegranates.
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3
|Cantares 8:3|
His left arm is under my head and his right arm embraces me.
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4
|Cantares 8:4|
Daughters of Jerusalem, I charge you: Do not arouse or awaken love until it so desires.
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5
|Cantares 8:5|
Who is this coming up from the desert leaning on her lover? Under the apple tree I roused you; there your mother conceived you, there she who was in labour gave you birth.
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6
|Cantares 8:6|
Place me like a seal over your heart, like a seal on your arm; for love is as strong as death, its jealousy [Or ardour] unyielding as the grave. [Hebrew: Sheol] It burns like blazing fire, like a mighty flame. [Or like the very flame of the LORD]
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7
|Cantares 8:7|
Many waters cannot quench love; rivers cannot wash it away. If one were to give all the wealth of his house for love, it [Or he] would be utterly scorned.
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8
|Cantares 8:8|
We have a young sister, and her breasts are not yet grown. What shall we do for our sister for the day she is spoken for?
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|Cantares 8:9|
If she is a wall, we will build towers of silver on her. If she is a door, we will enclose her with panels of cedar.
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10
|Cantares 8:10|
I am a wall, and my breasts are like towers. Thus I have become in his eyes like one bringing contentment.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva