-
-
New International Version -
-
1
|Eclesiastes 8:1|
Who is like the wise man? Who knows the explanation of things? Wisdom brightens a man’s face and changes its hard appearance.
-
2
|Eclesiastes 8:2|
Obey the king’s command, I say, because you took an oath before God.
-
3
|Eclesiastes 8:3|
Do not be in a hurry to leave the king’s presence. Do not stand up for a bad cause, for he will do whatever he pleases.
-
4
|Eclesiastes 8:4|
Since a king’s word is supreme, who can say to him, “What are you doing?”
-
5
|Eclesiastes 8:5|
Whoever obeys his command will come to no harm, and the wise heart will know the proper time and procedure.
-
6
|Eclesiastes 8:6|
For there is a proper time and procedure for every matter, though a man’s misery weighs heavily upon him.
-
7
|Eclesiastes 8:7|
Since no man knows the future, who can tell him what is to come?
-
8
|Eclesiastes 8:8|
No man has power over the wind to contain it; [Or over his spirit to retain it] so no-one has power over the day of his death. As no-one is discharged in time of war, so wickedness will not release those who practise it.
-
9
|Eclesiastes 8:9|
All this I saw, as I applied my mind to everything done under the sun. There is a time when a man lords it over others to his own [Or to their] hurt.
-
10
|Eclesiastes 8:10|
Then too, I saw the wicked buried — those who used to come and go from the holy place and receive praise [Some Hebrew manuscripts and Septuagint (Aquila); most Hebrew manuscripts and are forgotten] in the city where they did this. This too is meaningless.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva