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New International Version -
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|Lamentações 4:1|
[This chapter is an acrostic poem, the verses of which begin with the successive letters of the Hebrew alphabet.] How the gold has lost its lustre, the fine gold become dull! The sacred gems are scattered at the head of every street.
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2
|Lamentações 4:2|
How the precious sons of Zion, once worth their weight in gold, are now considered as pots of clay, the work of a potter’s hands!
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3
|Lamentações 4:3|
Even jackals offer their breasts to nurse their young, but my people have become heartless like ostriches in the desert.
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4
|Lamentações 4:4|
Because of thirst the infant’s tongue sticks to the roof of its mouth; the children beg for bread, but no-one gives it to them.
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5
|Lamentações 4:5|
Those who once ate delicacies are destitute in the streets. Those nurtured in purple now lie on ash heaps.
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6
|Lamentações 4:6|
The punishment of my people is greater than that of Sodom, which was overthrown in a moment without a hand turned to help her.
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7
|Lamentações 4:7|
Their princes were brighter than snow and whiter than milk, their bodies more ruddy than rubies, their appearance like sapphires. [Or lapis lazuli]
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8
|Lamentações 4:8|
But now they are blacker than soot; they are not recognised in the streets. Their skin has shrivelled on their bones; it has become as dry as a stick.
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9
|Lamentações 4:9|
Those killed by the sword are better off than those who die of famine; racked with hunger, they waste away for lack of food from the field.
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|Lamentações 4:10|
With their own hands compassionate women have cooked their own children, who became their food when my people were destroyed.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva