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Peshitta (NT) -
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11
|1 João 2:11|
ܗܘ ܕܝܢ ܕܤܢܐ ܠܐܚܘܗܝ ܒܚܫܘܟܐ ܐܝܬܘܗܝ ܘܒܚܫܘܟܐ ܡܗܠܟ ܘܠܐ ܝܕܥ ܠܐܝܟܐ ܐܙܠ ܡܛܠ ܕܚܫܘܟܐ ܤܡܝ ܐܢܝܢ ܥܝܢܘܗܝ ܀
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12
|1 João 2:12|
ܟܬܒ ܐܢܐ ܠܟܘܢ ܒܢܝܐ ܕܐܫܬܒܩܘ ܠܟܘܢ ܚܛܗܝܟܘܢ ܡܛܠ ܫܡܗ ܀
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13
|1 João 2:13|
ܟܬܒ ܐܢܐ ܠܟܘܢ ܐܒܗܐ ܕܝܕܥܬܘܢܝܗܝ ܠܗܘ ܕܐܝܬܘܗܝ ܗܘܐ ܡܢ ܒܪܫܝܬ ܟܬܒ ܐܢܐ ܠܟܘܢ ܥܠܝܡܐ ܕܙܟܝܬܘܢܝܗܝ ܠܒܝܫܐ ܟܬܒܬ ܠܟܘܢ ܛܠܝܐ ܕܝܕܥܬܘܢ ܠܐܒܐ ܀
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14
|1 João 2:14|
ܟܬܒܬ ܠܟܘܢ ܐܒܗܐ ܕܝܕܥܬܘܢ ܠܗܘ ܕܡܢ ܒܪܫܝܬ ܟܬܒܬ ܠܟܘܢ ܥܠܝܡܐ ܕܚܝܠܬܢܐ ܐܢܬܘܢ ܘܡܠܬܗ ܕܐܠܗܐ ܫܪܝܐ ܒܟܘܢ ܘܙܟܝܬܘܢܝܗܝ ܠܒܝܫܐ ܀
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15
|1 João 2:15|
ܠܐ ܬܪܚܡܘܢ ܠܥܠܡܐ ܘܠܐ ܠܡܕܡ ܕܐܝܬ ܒܗ ܡܢ ܓܝܪ ܕܪܚܡ ܠܥܠܡܐ ܚܘܒܗ ܕܐܒܐ ܠܝܬ ܒܗ ܀
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16
|1 João 2:16|
ܟܠ ܡܕܡ ܓܝܪ ܕܐܝܬ ܒܗ ܒܥܠܡܐ ܪܓܬܐ ܗܘ ܕܦܓܪܐ ܘܪܓܬܐ ܕܥܝܢܐ ܘܫܘܒܗܪܐ ܕܥܠܡܐ ܗܠܝܢ ܕܠܐ ܗܘܝ ܡܢ ܐܒܐ ܐܠܐ ܡܢܗ ܐܢܝܢ ܡܢ ܥܠܡܐ ܀
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17
|1 João 2:17|
ܘܥܒܪ ܥܠܡܐ ܗܘ ܘܪܓܬܗ ܗܘ ܕܝܢ ܕܥܒܕ ܨܒܝܢܗ ܕܐܠܗܐ ܡܩܘܐ ܠܥܠܡ ܀
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18
|1 João 2:18|
ܒܢܝ ܙܒܢܐ ܗܘ ܐܚܪܝܐ ܘܐܝܟ ܡܕܡ ܕܫܡܥܬܘܢ ܕܐܬܐ ܡܫܝܚܐ ܕܓܠܐ ܘܗܫܐ ܗܘܘ ܠܗܘܢ ܤܓܝܐܐ ܡܫܝܚܐ ܕܓܠܐ ܘܡܢ ܗܕܐ ܝܕܥܝܢܢ ܕܙܒܢܐ ܗܘ ܐܚܪܝܐ ܀
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19
|1 João 2:19|
ܡܢܢ ܢܦܩܘ ܐܠܐ ܠܘ ܡܢܢ ܗܘܘ ܐܠܘ ܓܝܪ ܡܢܢ ܗܘܘ ܠܘܬܢ ܡܟܬܪܝܢ ܗܘܘ ܐܠܐ ܢܦܩܘ ܡܢܢ ܕܬܬܝܕܥ ܕܠܘ ܡܢܢ ܗܘܘ ܀
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20
|1 João 2:20|
ܘܐܢܬܘܢ ܡܫܝܚܘܬܐ ܐܝܬ ܠܟܘܢ ܡܢ ܩܕܝܫܐ ܘܦܪܫܝܢ ܐܢܬܘܢ ܗܘ ܠܟܠ ܐܢܫ ܀
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Sugestões

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13 de janeiro LAB 379
TODO SONHO VEM DE DEUS?
Gênesis 40-42
Alberto Ronald Timm, Ph.D, em seu artigo na Revista “Sinais dos Tempos” de julho de 1999, nos explica que determinar a natureza específica de cada sonho de uma pessoa é um assunto muito complexo e subjetivo. Além dos “sonhos mentirosos” e não autênticos (Jeremias 23:32; 29:8 e 9), existem dois grandes grupos de sonhos reais. O primeiro e mais comum deles é o formado pelos sonhos naturais, que fazem parte do processo normal de descanso durante o sono e cujo conteúdo pode apresentar-se de forma organizada ou desorganizada. Uma vez que “das muitas ocupações brotam sonhos” (Eclesiastes 5:3), é provável que pessoas envolvidas em assuntos religiosos acabem sonhando com eles, sem que tais sonhos sejam de origem sobrenatural.
Já o segundo grupo básico de sonhos é formado pelos sonhos sobrenaturais, que podem ser de origem divina ou satânica. Os sonhos de origem divina têm, normalmente, um propósito salvífico bem definido e podem ser concedidos tanto aos profetas verdadeiros (Números 12:6) quanto a pessoas comuns (Joel 2:28; Gênesis 451; Daniel 2). Os de origem satânica são quase sempre fascinantes e podem conter meias-verdades para confundir. Suas predições podem até se cumprir, mas eles tendem a afastar a pessoa de Deus e de Sua vontade (Jeremias 29:8; Mateus 24:24; 1Pedro 5:8).
Tanto os sonhos naturais como os sobrenaturais podem ter um conteúdo religioso. O simples fato de Deus conceder um sonho sobrenatural a alguém não transforma essa pessoa automaticamente num profeta (Gênesis 41; Daniel 2). O chamado para o ministério profético é algo diferente e bem mais abrangente. A atitude de atribuir a Deus a origem de todos os sonhos de cunho religioso e de buscar sempre um significado especial para o seu conteúdo é perigosa.
Somos advertidos por Deus de que os sonhos devem permanecer subordinados às Escrituras. “O profeta que tem um sonho, conte o sonho, e o que tem a minha palavra, fale a minha palavra com fidelidade. Pois o que tem a palha a ver com o trigo?, pergunta o SENHOR. À lei e aos mandamentos! Se eles não falarem conforme esta palavra, vocês jamais verão a luz!” (Jeremias 23:28; Isaías 8:20; Mateus 7:21-23; Gálatas 1:8-9, 1João 2:4; 4:1).
Sonhos jamais são usados por Deus como um fim em si mesmos, mas apenas como um meio de nos aproximar mais dEle e de Sua Palavra (ver João 20:29). Nossa fé não deve ser dependente de tais meios, possíveis de serem usados também por Satanás. Se você tiver um sonho que julga ser divino, mas não tem certeza, antes de ter completo esclarecimento, tente apenas extrair dele uma lição positiva para a vida.
Valdeci Júnior
Fátima Silva