-
-
Peshitta (NT) -
-
22
|1 João 3:22|
ܘܟܠܡܕܡ ܕܫܐܠܝܢܢ ܢܤܒܝܢܢ ܡܢܗ ܡܛܠ ܕܢܛܪܝܢܢ ܦܘܩܕܢܘܗܝ ܘܫܦܝܪܬܐ ܤܥܪܝܢܢ ܩܕܡܘܗܝ ܀
-
23
|1 João 3:23|
ܘܗܢܐ ܗܘ ܦܘܩܕܢܗ ܕܢܗܝܡܢ ܒܫܡܐ ܕܒܪܗ ܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܘܢܚܒ ܚܕ ܠܚܕ ܐܝܟ ܕܦܩܕܢ ܀
-
24
|1 João 3:24|
ܘܐܝܢܐ ܕܢܛܪ ܦܘܩܕܢܘܗܝ ܒܗ ܡܬܢܛܪ ܘܗܘ ܫܪܐ ܒܗ ܘܒܗܕܐ ܡܤܬܟܠܝܢܢ ܕܫܪܐ ܒܢ ܡܢ ܪܘܚܗ ܗܝ ܕܝܗܒ ܠܢ ܀
-
1
|1 João 4:1|
ܚܒܝܒܝ ܠܐ ܠܟܠ ܪܘܚܝܢ ܬܗܝܡܢܘܢ ܐܠܐ ܗܘܝܬܘܢ ܦܪܫܝܢ ܪܘܚܐ ܐܢ ܡܢ ܐܠܗܐ ܐܝܬܝܗܝܢ ܡܛܠ ܕܤܓܝܐܐ ܢܒܝܐ ܕܓܠܐ ܢܦܩܘ ܒܗ ܒܥܠܡܐ ܀
-
2
|1 João 4:2|
ܒܗܕܐ ܡܬܝܕܥܐ ܪܘܚܗ ܕܐܠܗܐ ܟܠ ܪܘܚܐ ܕܡܘܕܝܢ ܕܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܐܬܐ ܒܒܤܪ ܡܢ ܐܠܗܐ ܗܝ ܀
-
3
|1 João 4:3|
ܘܟܠ ܪܘܚܐ ܕܠܐ ܡܘܕܝܐ ܕܝܫܘܥ ܐܬܐ ܒܒܤܪ ܠܝܬܝܗ ܡܢ ܐܠܗܐ ܐܠܐ ܗܕܐ ܡܢ ܡܫܝܚܐ ܗܝ ܕܓܠܐ ܗܘ ܕܫܡܥܬܘܢ ܕܐܬܐ ܘܗܫܐ ܒܥܠܡܐ ܐܝܬܘܗܝ ܡܢ ܟܕܘ ܀
-
4
|1 João 4:4|
ܐܢܬܘܢ ܕܝܢ ܡܢ ܐܠܗܐ ܐܝܬܝܟܘܢ ܒܢܝܐ ܘܙܟܝܬܘܢ ܐܢܘܢ ܡܛܠ ܕܪܒ ܗܘ ܕܒܟܘܢ ܡܢ ܗܘ ܕܒܥܠܡܐ ܀
-
5
|1 João 4:5|
ܘܗܠܝܢ ܡܢ ܥܠܡܐ ܐܢܘܢ ܡܛܠ ܗܢܐ ܡܢ ܥܠܡܐ ܡܡܠܠܝܢ ܘܥܠܡܐ ܠܗܘܢ ܫܡܥ ܀
-
6
|1 João 4:6|
ܚܢܢ ܕܝܢ ܡܢ ܐܠܗܐ ܚܢܢ ܘܗܘ ܕܝܕܥ ܠܐܠܗܐ ܫܡܥ ܠܢ ܘܗܘ ܕܠܐ ܐܝܬܘܗܝ ܡܢ ܐܠܗܐ ܠܐ ܫܡܥ ܠܢ ܒܗ ܒܗܕܐ ܡܤܬܟܠܝܢܢ ܠܪܘܚܐ ܕܫܪܪܐ ܘܠܪܘܚܐ ܕܡܛܥܝܢܘܬܐ ܀
-
7
|1 João 4:7|
ܚܒܝܒܝ ܢܚܒ ܚܕ ܠܚܕ ܡܛܠ ܕܚܘܒܐ ܡܢ ܐܠܗܐ ܗܘ ܘܟܠ ܡܢ ܕܡܚܒ ܡܢ ܐܠܗܐ ܝܠܝܕ ܘܝܕܥ ܠܐܠܗܐ ܀
-
-
Sugestões

Clique para ler Êxodo 21-23
24 de janeiro LAB 390
DESLEGALIZADOS - 1
Êxodo 21-23
Quanta lei encontramos na leitura de hoje! Têm as leis acerca dos escravos hebreus, leis acerca da violência e dos acidentes, leis acerca da proteção de propriedade, leis acerca das responsabilidades sociais, leis acerca do exercício da justiça, leis acerca do sábado e as leis acerca das grandes festas anuais. Na história da humanidade, sempre foi assim. Em qualquer comunidade que você conviver, encontrará regras estabelecidas para ser cumpridas. Isso se choca com uma tendência que temos: a de não gostar de regras. E é daí que vem o questionamento: “O mundo não seria melhor se não houvesse as leis? Onde fica a nossa liberdade?”
Essa é uma pergunta de muitos. Para respondê-la, usarei, nos comentários de hoje e de amanhã, os argumentos apresentados por Rodrigo P. Silva, em seu livro “Abrindo o Jogo”, da Casa Publicadora Brasileira.
O Dr. Silva explica que na palavra “liberdade” reside o grande anseio humano de todos os tempos. Todos queremos ser livres. Tal palavra tornou-se o jargão principal dos novos tempos. O que acontece, porém, é que no vocabulário popular, “liberdade” tornou-se, aos poucos, antônimo de palavras como “lei” e “regulamento”. A idéia defendida é de que quanto menos restrições tivermos, mais livres e felizes seremos, pois onde há regras não há liberdade. Não é à toa que o sexo irresponsável é comumente chamado de “amor livre”.
De modo geral, as pessoas, inconscientemente influenciadas por essa filosofia de “liberdade versus leis” acabam tendo uma atitude sempre pejorativa em face dos deveres diários. Aí entram em cena alguns “liberais”, descrevendo o que para eles seria um verdadeiro paraíso na Terra. Na verdade, as idéias de liberalismo não são mera filosofia própria de alguns adolescentes fantasiosos. Muita gente mais “adulta” já tentou argumentar racionalmente que os fins justificam os meios. Mas como se vê, a falta de regras poderia parecer o paraíso, mas, na verdade, seria um inferno vivo, um caos.
Essa imaginação de um mundo sem leis poderia se chamar “utopia”. Em outras palavras, nenhum lugar funcionaria sem leis. Veja então como é incoerente o conceito de liberdade que muitas pessoas possuem. Na verdade, o que os liberais querem é que as vontades deles próprios sejam cumpridas e que o resto do mundo lhes seja escravo. Não é o fim das leis que estão pregando, mas a ascensão do egocentrismo. Eles querem o mundo girando em torno de si e se iludem pensando que isso é possível e normal.
Veja como aquelas leis eram úteis para os israelitas. Quanto a você e eu, tiremos das leis de Êxodo 21-23, as lições para a realidade das leis que atualmente nos cercam.
Valdeci Júnior
Fátima Silva