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Peshitta (NT) -
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18
|1 João 4:18|
ܕܚܠܬܐ ܒܚܘܒܐ ܠܝܬ ܐܠܐ ܚܘܒܐ ܡܫܡܠܝܐ ܠܒܪ ܫܕܐ ܠܗ ܠܕܚܠܬܐ ܡܛܠ ܕܕܚܠܬܐ ܒܩܢܛܐ ܐܝܬܝܗ ܗܘ ܕܝܢ ܕܕܚܠ ܠܐ ܡܫܡܠܝ ܒܚܘܒܐ ܀
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19
|1 João 4:19|
ܚܢܢ ܗܟܝܠ ܢܚܒ ܠܐܠܗܐ ܡܛܠ ܕܗܘ ܩܕܡܝܬ ܐܚܒܢ ܀
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20
|1 João 4:20|
ܐܢ ܕܝܢ ܐܢܫ ܢܐܡܪ ܕܡܚܒ ܐܢܐ ܠܐܠܗܐ ܘܠܐܚܘܗܝ ܤܢܐ ܕܓܠܐ ܗܘ ܗܘ ܓܝܪ ܕܠܐܚܘܗܝ ܕܡܬܚܙܐ ܠܐ ܡܚܒ ܠܐܠܗܐ ܗܘ ܕܠܐ ܡܬܚܙܐ ܐܝܟܢܐ ܡܫܟܚ ܕܢܚܒ ܀
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21
|1 João 4:21|
ܘܗܢܐ ܦܘܩܕܢܐ ܩܒܠܢ ܡܢܗ ܕܟܠ ܕܡܚܒ ܠܐܠܗܐ ܢܚܒ ܐܦ ܠܐܚܘܗܝ ܀
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1
|1 João 5:1|
ܟܠ ܕܡܗܝܡܢ ܕܝܫܘܥ ܐܝܬܘܗܝ ܡܫܝܚܐ ܡܢ ܐܠܗܐ ܝܠܝܕ ܘܟܠ ܕܡܚܒ ܠܝܠܘܕܐ ܡܚܒ ܐܦ ܠܗܘ ܕܐܬܝܠܕ ܡܢܗ ܀
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2
|1 João 5:2|
ܘܒܗܕܐ ܝܕܥܝܢܢ ܕܡܚܒܝܢܢ ܠܒܢܘܗܝ ܕܐܠܗܐ ܡܐ ܕܠܐܠܗܐ ܡܚܒܝܢܢ ܘܥܒܕܝܢܢ ܦܘܩܕܢܘܗܝ ܀
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3
|1 João 5:3|
ܗܢܐ ܗܘ ܓܝܪ ܚܘܒܗ ܕܐܠܗܐ ܕܢܛܪ ܦܘܩܕܢܘܗܝ ܘܦܘܩܕܢܘܗܝ ܠܐ ܝܩܝܪܝܢ ܀
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4
|1 João 5:4|
ܡܛܠ ܕܟܠ ܕܝܠܝܕ ܡܢ ܐܠܗܐ ܙܟܐ ܠܗ ܠܥܠܡܐ ܘܗܕܐ ܗܝ ܙܟܘܬܐ ܕܙܟܬܗ ܠܥܠܡܐ ܗܝܡܢܘܬܢ ܀
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5
|1 João 5:5|
ܡܢܘ ܓܝܪ ܕܙܟܐ ܠܗ ܠܥܠܡܐ ܐܠܐ ܗܘ ܕܡܗܝܡܢ ܕܝܫܘܥ ܒܪܗ ܗܘ ܕܐܠܗܐ ܀
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6
|1 João 5:6|
ܗܢܘ ܕܐܬܐ ܒܝܕ ܡܝܐ ܘܕܡܐ ܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܠܐ ܗܘܐ ܒܡܝܐ ܒܠܚܘܕ ܐܠܐ ܒܡܝܐ ܘܕܡܐ ܀
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Sugestões

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09 de setembro LAB 618
PODERIA DEUS FRUSTRRAR-SE?
Ezequiel 39-41
Na leitura de hoje, entramos numa última grande seção do livro de Ezequiel, que reporta-se a um “Templo”. O capítulo 40 começa a descrever sobre o Novo Tempo.
E a pergunta que sempre surge na mente do leitor bíblico é: “A que templo a visão do fim do livro de Ezequiel se refere?”
De acordo com o teólogo Siegried Schwantes, para entender a direção da resposta desta pergunta, é importante saber a data aproximada em que essa visão aconteceu. Esta longa visão, que conclui o livro, é datada do vigésimo quinto ano do exílio de Exequiel. Como esse exílio ocorreu em 597 a.C., a visão data do ano 572 a.C. Em visão, o profeta é transportando à terra de Israel e posto sobre um alto monte, de onde pode contemplar o novo Templo. Um anjo lhe aparece para lhe descrever as várias partes do edifício, seu mobiliário, seus serviços e os ministrantes. A visão encerra com a divisão da terra entre as doze tribos.
A visão do Templo apresenta duas dificuldades: a) O templo nela descrito não corresponde aos dados que se encontram no Pentateuco para o antigo santuário; b) O templo que, em data posterior a esta visão, foi reconstruído em Jerusalém, tampouco correspondeu ao descrito na visão. Em vista disto, pergunta-se: “qual seria o propósito da visão?”.
Uma possível explicação é que uma nação vivendo de acordo com a vontade de Deus, na terra prometida, depois do exílio, teria construído este templo ideal e organizado-se segundo este ideal das tribos. Mas como o povo judeu não viveu à altura do ideal que Deus lhes propunha, um templo que obedecesse às estipulações descritas na visão nunca foi construído. E o povo nunca mais foi estabelecido naquele ideal da distribuição geográfica das 12 tribos.
Assim como Deus tinha um sonho para o antigo Israel, ele tem uma expectativa para você e para mim, hoje, também. Pois afinal, somos o Israel moderno de Deus (Gálatas 6:16). Entretanto, o sonho de Deus pode ser frustrado, dependendo da decisão do ser humano. Nisto, Deus não é impotente, mas ético. Ele limita-se a respeitar o atributo que nos deu, do livre arbítrio. Isso é uma honra até ao Seu próprio nome, pois como ele poderia primeiramente dar algo e depois não respeitar o que dera? E é assim que o Senhor expõe-se, voluntariamente, ao risco da frustração.
Eu imagino que você não queira frustrar Deus. Portanto, fica de lição para nós, que precisamos buscar o ideal de Deus hoje, para que Seus lindos planos possam sempre se cumprir na nossa vida.
“Voltem para o Senhor, e vocês viverão” (Amós 5:6).
Valdeci Júnior
Fátima Silva