-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Peshitta (NT) -
-
1
|Lucas 12:1|
ܘܟܕ ܐܬܟܢܫܘ ܪܒܘܬܐ ܕܟܢܫܐ ܤܓܝܐܐ ܐܝܟܢܐ ܕܢܕܝܫܘܢ ܚܕ ܠܚܕ ܫܪܝ ܝܫܘܥ ܠܡܐܡܪ ܠܬܠܡܝܕܘܗܝ ܠܘܩܕܡ ܐܙܕܗܪܘ ܒܢܦܫܟܘܢ ܡܢ ܚܡܝܪܐ ܕܦܪܝܫܐ ܕܐܝܬܘܗܝ ܡܤܒ ܒܐܦܐ ܀
-
2
|Lucas 12:2|
ܠܝܬ ܕܝܢ ܡܕܡ ܕܟܤܐ ܕܠܐ ܢܬܓܠܐ ܘܠܐ ܕܡܛܫܝ ܕܠܐ ܢܬܝܕܥ ܀
-
3
|Lucas 12:3|
ܟܠ ܓܝܪ ܕܒܚܫܘܟܐ ܐܡܪܬܘܢ ܒܢܗܝܪܐ ܢܫܬܡܥ ܘܡܕܡ ܕܒܬܘܢܐ ܒܐܕܢܐ ܠܚܫܬܘܢ ܥܠ ܐܓܪܐ ܢܬܟܪܙ ܀
-
4
|Lucas 12:4|
ܐܡܪ ܐܢܐ ܠܟܘܢ ܕܝܢ ܠܪܚܡܝ ܠܐ ܬܕܚܠܘܢ ܡܢ ܐܝܠܝܢ ܕܩܛܠܝܢ ܦܓܪܐ ܘܡܢ ܒܬܪܟܢ ܠܝܬ ܠܗܘܢ ܡܕܡ ܝܬܝܪ ܠܡܥܒܕ ܀
-
5
|Lucas 12:5|
ܐܚܘܝܟܘܢ ܕܝܢ ܡܢ ܡܢ ܬܕܚܠܘܢ ܡܢ ܗܘ ܕܡܢ ܒܬܪ ܕܩܛܠ ܫܠܝܛ ܠܡܪܡܝܘ ܒܓܗܢܐ ܐܝܢ ܐܡܪ ܐܢܐ ܠܟܘܢ ܕܡܢ ܗܢܐ ܕܚܠܘ ܀
-
6
|Lucas 12:6|
ܠܐ ܚܡܫ ܨܦܪܝܢ ܡܙܕܒܢܢ ܒܬܪܝܢ ܐܤܪܝܢ ܘܚܕܐ ܡܢܗܝܢ ܠܐ ܛܥܝܐ ܩܕܡ ܐܠܗܐ ܀
-
7
|Lucas 12:7|
ܕܝܠܟܘܢ ܕܝܢ ܐܦ ܡܢܐ ܕܤܥܪܐ ܕܪܫܟܘܢ ܟܠܗܝܢ ܡܢܝܢ ܐܢܝܢ ܠܐ ܗܟܝܠ ܬܕܚܠܘܢ ܕܡܢ ܤܘܓܐܐ ܕܨܦܪܐ ܡܝܬܪܝܢ ܐܢܬܘܢ ܀
-
8
|Lucas 12:8|
ܐܡܪ ܐܢܐ ܠܟܘܢ ܕܝܢ ܕܟܠ ܕܢܘܕܐ ܒܝ ܩܕܡ ܒܢܝܢܫܐ ܐܦ ܒܪܗ ܕܐܢܫܐ ܢܘܕܐ ܒܗ ܩܕܡ ܡܠܐܟܘܗܝ ܕܐܠܗܐ ܀
-
9
|Lucas 12:9|
ܐܝܢܐ ܕܝܢ ܕܟܦܪ ܒܝ ܩܕܡ ܒܢܝܢܫܐ ܢܬܟܦܪ ܒܗ ܩܕܡ ܡܠܐܟܘܗܝ ܕܐܠܗܐ ܀
-
10
|Lucas 12:10|
ܘܟܠ ܕܢܐܡܪ ܡܠܬܐ ܥܠ ܒܪܗ ܕܐܢܫܐ ܢܫܬܒܩ ܠܗ ܡܢ ܕܥܠ ܪܘܚܐ ܕܝܢ ܕܩܘܕܫܐ ܢܓܕܦ ܠܐ ܢܫܬܒܩ ܠܗ ܀
-
-
Sugestões

Clique para ler 2 Crônicas 24-25
17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva