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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Peshitta (NT) -
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|Lucas 3:1|
ܒܫܢܬ ܚܡܫܥܤܪܐ ܕܝܢ ܕܡܠܟܘܬܗ ܕܛܝܒܪܝܘܤ ܩܤܪ ܒܗܓܡܢܘܬܐ ܕܦܢܛܝܘܤ ܦܝܠܛܘܤ ܒܝܗܘܕ ܟܕ ܪܫܐ ܪܒܝܥܝܐ ܗܪܘܕܤ ܒܓܠܝܠܐ ܘܦܝܠܝܦܘܤ ܐܚܘܗܝ ܪܫܐ ܪܒܝܥܝܐ ܒܐܝܛܘܪܝܐ ܘܒܐܬܪܐ ܕܛܪܟܘܢܐ ܘܠܘܤܢܝܐ ܪܫܐ ܪܒܝܥܝܐ ܕܐܒܝܠܝܢܐ ܀
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2
|Lucas 3:2|
ܒܪܒܘܬ ܟܗܢܘܬܐ ܕܚܢܢ ܘܕܩܝܦܐ ܗܘܬ ܡܠܬܐ ܕܐܠܗܐ ܥܠ ܝܘܚܢܢ ܒܪ ܙܟܪܝܐ ܒܚܘܪܒܐ ܀
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3
|Lucas 3:3|
ܘܐܬܐ ܒܟܠܗ ܐܬܪܐ ܕܚܕܪܝ ܝܘܪܕܢܢ ܟܕ ܡܟܪܙ ܡܥܡܘܕܝܬܐ ܕܬܝܒܘܬܐ ܠܫܘܒܩܢܐ ܕܚܛܗܐ ܀
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4
|Lucas 3:4|
ܐܝܟܢܐ ܕܟܬܝܒ ܒܟܬܒܐ ܕܡܠܐ ܕܐܫܥܝܐ ܢܒܝܐ ܕܐܡܪ ܩܠܐ ܕܩܪܐ ܒܚܘܪܒܐ ܛܝܒܘ ܐܘܪܚܗ ܕܡܪܝܐ ܘܬܪܘܨܘ ܒܦܩܥܬܐ ܫܒܝܠܐ ܠܐܠܗܢ ܀
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5
|Lucas 3:5|
ܟܠܗܘܢ ܢܚܠܐ ܢܬܡܠܘܢ ܘܟܠܗܘܢ ܛܘܪܐ ܘܪܡܬܐ ܢܬܡܟܟܘܢ ܘܢܗܘܐ ܥܪܡܐ ܠܫܦܝܐ ܘܐܬܪܐ ܥܤܩܐ ܠܦܩܥܬܐ ܀
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6
|Lucas 3:6|
ܘܢܚܙܐ ܟܠ ܒܤܪ ܚܝܐ ܕܐܠܗܐ ܀
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7
|Lucas 3:7|
ܘܐܡܪ ܗܘܐ ܠܟܢܫܐ ܐܝܠܝܢ ܕܐܬܝܢ ܗܘܘ ܠܘܬܗ ܠܡܥܡܕ ܝܠܕܐ ܕܐܟܕܢܐ ܡܢܘ ܚܘܝܟܘܢ ܠܡܥܪܩ ܡܢ ܪܘܓܙܐ ܕܥܬܝܕ ܀
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8
|Lucas 3:8|
ܥܒܕܘ ܗܟܝܠ ܦܐܪܐ ܕܫܘܝܢ ܠܬܝܒܘܬܐ ܘܠܐ ܬܫܪܘܢ ܠܡܐܡܪ ܒܢܦܫܟܘܢ ܕܐܒܐ ܐܝܬ ܠܢ ܐܒܪܗܡ ܐܡܪ ܐܢܐ ܠܟܘܢ ܓܝܪ ܕܡܢ ܗܠܝܢ ܟܐܦܐ ܡܫܟܚ ܐܠܗܐ ܠܡܩܡܘ ܒܢܝܐ ܠܐܒܪܗܡ ܀
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9
|Lucas 3:9|
ܗܐ ܕܝܢ ܢܪܓܐ ܤܝܡ ܥܠ ܥܩܪܐ ܕܐܝܠܢܐ ܟܠ ܐܝܠܢܐ ܗܟܝܠ ܕܦܐܪܐ ܛܒܐ ܠܐ ܥܒܕ ܡܬܦܤܩ ܘܒܢܘܪܐ ܢܦܠ ܀
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10
|Lucas 3:10|
ܘܡܫܐܠܝܢ ܗܘܘ ܠܗ ܟܢܫܐ ܘܐܡܪܝܢ ܡܢܐ ܗܟܝܠ ܢܥܒܕ ܀
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva