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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Peshitta (NT) -
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1
|Lucas 19:1|
ܘܟܕ ܥܠ ܝܫܘܥ ܘܥܒܪ ܒܐܝܪܝܚܘ ܀
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2
|Lucas 19:2|
ܓܒܪܐ ܚܕ ܕܫܡܗ ܙܟܝ ܥܬܝܪܐ ܗܘܐ ܘܪܒ ܡܟܤܐ ܀
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3
|Lucas 19:3|
ܘܨܒܐ ܗܘܐ ܕܢܚܙܐ ܠܝܫܘܥ ܕܡܢܘ ܘܠܐ ܡܫܟܚ ܗܘܐ ܡܢ ܟܢܫܐ ܡܛܠ ܕܒܩܘܡܬܗ ܙܥܘܪ ܗܘܐ ܙܟܝ ܀
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4
|Lucas 19:4|
ܘܪܗܛ ܩܕܡܗ ܠܝܫܘܥ ܘܤܠܩ ܠܗ ܠܬܬܐ ܦܟܝܗܬܐ ܕܢܚܙܝܘܗܝ ܡܛܠ ܕܗܟܘܬ ܥܬܝܕ ܗܘܐ ܕܢܥܒܪ ܀
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5
|Lucas 19:5|
ܘܟܕ ܐܬܐ ܠܗܝ ܕܘܟܬܐ ܝܫܘܥ ܚܙܝܗܝ ܘܐܡܪ ܠܗ ܐܤܬܪܗܒ ܚܘܬ ܙܟܝ ܝܘܡܢܐ ܓܝܪ ܘܠܐ ܕܒܒܝܬܟ ܐܗܘܐ ܀
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6
|Lucas 19:6|
ܘܐܤܬܪܗܒ ܢܚܬ ܘܩܒܠܗ ܟܕ ܚܕܐ ܀
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7
|Lucas 19:7|
ܟܕ ܚܙܘ ܕܝܢ ܟܠܗܘܢ ܪܛܢܝܢ ܗܘܘ ܘܐܡܪܝܢ ܕܠܘܬ ܓܒܪܐ ܚܛܝܐ ܥܠ ܫܪܐ ܀
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8
|Lucas 19:8|
ܩܡ ܕܝܢ ܙܟܝ ܘܐܡܪ ܠܝܫܘܥ ܗܐ ܡܪܝ ܦܠܓܘܬ ܢܟܤܝ ܝܗܒ ܐܢܐ ܠܡܤܟܢܐ ܘܠܟܠܢܫ ܡܕܡ ܕܓܠܙܬ ܚܕ ܒܐܪܒܥܐ ܦܪܥ ܐܢܐ ܀
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9
|Lucas 19:9|
ܐܡܪ ܠܗ ܝܫܘܥ ܝܘܡܢܐ ܗܘܘ ܚܝܐ ܠܒܝܬܐ ܗܢܐ ܡܛܠ ܕܐܦ ܗܢܐ ܒܪܗ ܗܘ ܕܐܒܪܗܡ ܀
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10
|Lucas 19:10|
ܐܬܐ ܓܝܪ ܒܪܗ ܕܐܢܫܐ ܕܢܒܥܐ ܘܢܚܐ ܗܘ ܡܕܡ ܕܐܒܝܕ ܗܘܐ ܀
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva