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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Peshitta (NT) -
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1
|Lucas 16:1|
ܘܐܡܪ ܡܬܠܐ ܠܘܬ ܬܠܡܝܕܘܗܝ ܓܒܪܐ ܚܕ ܐܝܬ ܗܘܐ ܥܬܝܪܐ ܘܐܝܬ ܗܘܐ ܠܗ ܪܒܝܬܐ ܘܐܬܐܟܠܘ ܠܗ ܩܪܨܘܗܝ ܕܩܢܝܢܗ ܡܦܪܚ ܀
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2
|Lucas 16:2|
ܘܩܪܝܗܝ ܡܪܗ ܘܐܡܪ ܠܗ ܡܢܘ ܗܢܐ ܕܫܡܥ ܐܢܐ ܥܠܝܟ ܗܒ ܠܝ ܚܘܫܒܢܐ ܕܪܒܬ ܒܝܬܘܬܟ ܠܐ ܓܝܪ ܡܫܟܚ ܐܢܬ ܡܟܝܠ ܪܒܝܬܐ ܕܬܗܘܐ ܠܝ ܀
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3
|Lucas 16:3|
ܐܡܪ ܗܘ ܪܒܝܬܐ ܒܢܦܫܗ ܡܢܐ ܐܥܒܕ ܕܡܪܝ ܫܩܠ ܠܗ ܡܢܝ ܪܒܬ ܒܝܬܘܬܐ ܕܐܚܦܘܪ ܠܐ ܡܫܟܚ ܐܢܐ ܘܠܡܚܕܪ ܒܗܬ ܐܢܐ ܀
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4
|Lucas 16:4|
ܝܕܥܬ ܡܢܐ ܐܥܒܕ ܕܡܐ ܕܢܦܩܬ ܡܢ ܪܒܬ ܒܝܬܘܬܐ ܢܩܒܠܘܢܢܝ ܒܒܬܝܗܘܢ ܀
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5
|Lucas 16:5|
ܘܩܪܐ ܚܕ ܚܕ ܡܢ ܚܝܒܐ ܕܡܪܗ ܘܐܡܪ ܠܩܕܡܝܐ ܟܡܐ ܚܝܒ ܐܢܬ ܠܡܪܝ ܀
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6
|Lucas 16:6|
ܐܡܪ ܠܗ ܡܐܐ ܡܬܪܝܢ ܡܫܚܐ ܐܡܪ ܠܗ ܤܒ ܟܬܒܟ ܘܬܒ ܒܥܓܠ ܟܬܘܒ ܚܡܫܝܢ ܡܬܪܝܢ ܀
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7
|Lucas 16:7|
ܘܐܡܪ ܠܐܚܪܢܐ ܘܐܢܬ ܡܢܐ ܚܝܒ ܐܢܬ ܠܡܪܝ ܐܡܪ ܠܗ ܡܐܐ ܟܘܪܝܢ ܚܛܐ ܐܡܪ ܠܗ ܩܒܠ ܟܬܒܟ ܘܬܒ ܟܬܘܒ ܬܡܢܐܝܢ ܟܘܪܝܢ ܀
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8
|Lucas 16:8|
ܘܫܒܚ ܡܪܢ ܠܪܒܝܬܐ ܕܥܘܠܐ ܕܚܟܝܡܐܝܬ ܥܒܕ ܒܢܘܗܝ ܓܝܪ ܕܥܠܡܐ ܗܢܐ ܚܟܝܡܝܢ ܐܢܘܢ ܡܢ ܒܢܘܗܝ ܕܢܘܗܪܐ ܒܫܪܒܬܗܘܢ ܗܕܐ ܀
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9
|Lucas 16:9|
ܘܐܦ ܐܢܐ ܐܡܪ ܐܢܐ ܠܟܘܢ ܕܥܒܕܘ ܠܟܘܢ ܪܚܡܐ ܡܢ ܡܡܘܢܐ ܗܢܐ ܕܥܘܠܐ ܕܡܐ ܕܓܡܪ ܢܩܒܠܘܢܟܘܢ ܒܡܛܠܝܗܘܢ ܕܠܥܠܡ ܀
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10
|Lucas 16:10|
ܡܢ ܕܒܩܠܝܠ ܡܗܝܡܢ ܐܦ ܒܤܓܝ ܡܗܝܡܢ ܗܘ ܘܡܢ ܕܒܩܠܝܠ ܥܘܠ ܐܦ ܒܤܓܝ ܥܘܠ ܗܘ ܀
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva