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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Peshitta (NT) -
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1
|Lucas 20:1|
ܘܗܘܐ ܒܚܕ ܡܢ ܝܘܡܬܐ ܟܕ ܡܠܦ ܒܗܝܟܠܐ ܠܥܡܐ ܘܡܤܒܪ ܩܡܘ ܥܠܘܗܝ ܪܒܝ ܟܗܢܐ ܘܤܦܪܐ ܥܡ ܩܫܝܫܐ ܀
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2
|Lucas 20:2|
ܘܐܡܪܝܢ ܠܗ ܐܡܪ ܠܢ ܒܐܝܢܐ ܫܘܠܛܢܐ ܗܠܝܢ ܥܒܕ ܐܢܬ ܘܡܢܘ ܗܘ ܕܝܗܒ ܠܟ ܫܘܠܛܢܐ ܗܢܐ ܀
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3
|Lucas 20:3|
ܥܢܐ ܝܫܘܥ ܘܐܡܪ ܠܗܘܢ ܐܫܐܠܟܘܢ ܐܦ ܐܢܐ ܡܠܬܐ ܘܐܡܪܘ ܠܝ ܀
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4
|Lucas 20:4|
ܡܥܡܘܕܝܬܗ ܕܝܘܚܢܢ ܡܢ ܫܡܝܐ ܗܘܬ ܐܘ ܡܢ ܒܢܝ ܐܢܫܐ ܀
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5
|Lucas 20:5|
ܗܢܘܢ ܕܝܢ ܡܬܚܫܒܝܢ ܗܘܘ ܒܢܦܫܗܘܢ ܘܐܡܪܝܢ ܕܐܢ ܢܐܡܪ ܡܢ ܫܡܝܐ ܐܡܪ ܠܢ ܘܡܛܠ ܡܢܐ ܠܐ ܗܝܡܢܬܘܢܝܗܝ ܀
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6
|Lucas 20:6|
ܐܢ ܕܝܢ ܢܐܡܪ ܡܢ ܒܢܝ ܐܢܫܐ ܪܓܡ ܠܢ ܥܡܐ ܟܠܗ ܡܦܤܝܢ ܓܝܪ ܕܝܘܚܢܢ ܢܒܝܐ ܗܘ ܀
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7
|Lucas 20:7|
ܘܐܡܪܘ ܠܗ ܕܠܐ ܝܕܥܝܢܢ ܡܢ ܐܝܡܟܐ ܗܝ ܀
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8
|Lucas 20:8|
ܐܡܪ ܠܗܘܢ ܝܫܘܥ ܘܠܐ ܐܢܐ ܐܡܪ ܐܢܐ ܠܟܘܢ ܒܐܝܢܐ ܫܘܠܛܢܐ ܗܠܝܢ ܥܒܕ ܐܢܐ ܀
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9
|Lucas 20:9|
ܘܫܪܝ ܕܢܐܡܪ ܠܥܡܐ ܡܬܠܐ ܗܢܐ ܓܒܪܐ ܚܕ ܢܨܒ ܟܪܡܐ ܘܐܘܚܕܗ ܠܦܠܚܐ ܘܐܒܥܕ ܙܒܢܐ ܤܓܝܐܐ ܀
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10
|Lucas 20:10|
ܘܒܙܒܢܐ ܫܕܪ ܥܒܕܗ ܠܘܬ ܦܠܚܐ ܕܢܬܠܘܢ ܠܗ ܡܢ ܦܐܪܐ ܕܟܪܡܐ ܦܠܚܐ ܕܝܢ ܡܚܐܘܗܝ ܘܫܕܪܘܗܝ ܟܕ ܤܪܝܩ ܀
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Sugestões

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24 de janeiro LAB 390
DESLEGALIZADOS - 1
Êxodo 21-23
Quanta lei encontramos na leitura de hoje! Têm as leis acerca dos escravos hebreus, leis acerca da violência e dos acidentes, leis acerca da proteção de propriedade, leis acerca das responsabilidades sociais, leis acerca do exercício da justiça, leis acerca do sábado e as leis acerca das grandes festas anuais. Na história da humanidade, sempre foi assim. Em qualquer comunidade que você conviver, encontrará regras estabelecidas para ser cumpridas. Isso se choca com uma tendência que temos: a de não gostar de regras. E é daí que vem o questionamento: “O mundo não seria melhor se não houvesse as leis? Onde fica a nossa liberdade?”
Essa é uma pergunta de muitos. Para respondê-la, usarei, nos comentários de hoje e de amanhã, os argumentos apresentados por Rodrigo P. Silva, em seu livro “Abrindo o Jogo”, da Casa Publicadora Brasileira.
O Dr. Silva explica que na palavra “liberdade” reside o grande anseio humano de todos os tempos. Todos queremos ser livres. Tal palavra tornou-se o jargão principal dos novos tempos. O que acontece, porém, é que no vocabulário popular, “liberdade” tornou-se, aos poucos, antônimo de palavras como “lei” e “regulamento”. A idéia defendida é de que quanto menos restrições tivermos, mais livres e felizes seremos, pois onde há regras não há liberdade. Não é à toa que o sexo irresponsável é comumente chamado de “amor livre”.
De modo geral, as pessoas, inconscientemente influenciadas por essa filosofia de “liberdade versus leis” acabam tendo uma atitude sempre pejorativa em face dos deveres diários. Aí entram em cena alguns “liberais”, descrevendo o que para eles seria um verdadeiro paraíso na Terra. Na verdade, as idéias de liberalismo não são mera filosofia própria de alguns adolescentes fantasiosos. Muita gente mais “adulta” já tentou argumentar racionalmente que os fins justificam os meios. Mas como se vê, a falta de regras poderia parecer o paraíso, mas, na verdade, seria um inferno vivo, um caos.
Essa imaginação de um mundo sem leis poderia se chamar “utopia”. Em outras palavras, nenhum lugar funcionaria sem leis. Veja então como é incoerente o conceito de liberdade que muitas pessoas possuem. Na verdade, o que os liberais querem é que as vontades deles próprios sejam cumpridas e que o resto do mundo lhes seja escravo. Não é o fim das leis que estão pregando, mas a ascensão do egocentrismo. Eles querem o mundo girando em torno de si e se iludem pensando que isso é possível e normal.
Veja como aquelas leis eram úteis para os israelitas. Quanto a você e eu, tiremos das leis de Êxodo 21-23, as lições para a realidade das leis que atualmente nos cercam.
Valdeci Júnior
Fátima Silva