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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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1
|1 João 4:1|
Te rakkaimmat! älkäät jokaista henkeä uskoko, vaan koetelkaat henget, josko he Jumalasta ovat; sillä monta väärää prophetaa ovat tulleet maailmaan.
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2
|1 João 4:2|
Sillä te tuntekaat Jumalan Henki, että jokainen henki, joka tunnustaa Jesuksen Kristuksen lihaan tulleen, se on Jumalasta,
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3
|1 João 4:3|
Ja jokainen henki, joka ei tunnusta Jesusta Kristusta lihaan tulleeksi, ei se ole Jumalasta: ja se on antikristuksen henki, josta te kuulitte, että hän on tuleva, ja on jo parhaallansa maailmassa.
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4
|1 João 4:4|
Lapsukaiseni, te olette Jumalasta ja olette heidät voittaneet; sillä se, joka teissä on, hän on suurempi kuin se, joka maailmassa on.
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5
|1 João 4:5|
He ovat maailmasta, sentähden he puhuvat maailmasta ja maailma kuulee heitä.
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6
|1 João 4:6|
Me olemme Jumalasta: ja joka Jumalan tuntee, hän kuulee meitä; joka ei Jumalasta ole, ei hän kuule meitä. Siitä me tunnemme totuuden hengen ja eksytyksen hengen.
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7
|1 João 4:7|
Te rakkahimmat, rakastakaamme toinen toistamme, sillä rakkaus on Jumalasta: ja jokainen, joka rakastaa, se on Jumalasta syntynyt ja tuntee Jumalan.
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8
|1 João 4:8|
Joka ei rakasta, ei hän tunne Jumalaa; sillä Jumala on rakkaus.
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9
|1 João 4:9|
Sen kautta ilmestyi Jumalan rakkaus meidän kohtaamme, että Jumala lähetti ainoan Poikansa maailmaan, että me hänen kauttansa eläisimme.
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10
|1 João 4:10|
Siinä on rakkaus, ei että me rakastimme Jumalaa, vaan että hän rakasti meitä ja lähetti Poikansa sovinnoksi meidän synteimme edestä.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva