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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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12
|1 João 3:12|
Ei niinkuin Kain, joka pahasta oli, ja tappoi veljensä; ja minkätähden hän tappoi hänen? Sillä hänen työnsä olivat pahat, ja hänen veljensä vanhurskaat.
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13
|1 João 3:13|
Älkäät ihmetelkö, minun veljeni, jos teitä maailma vihaa.
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14
|1 João 3:14|
Me tiedämme, että me olemme kuolemasta elämään siirretyt, sillä me rakastamme veljiä. Joka ei veljeänsä rakasta, se pysyy kuolemassa.
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15
|1 João 3:15|
Jokainen, joka veljeänsä vihaa, hän on murhaaja; ja te tiedätte, ettei yhdessäkään murhaajassa ole ijankaikkinen elämä pysyvä.
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16
|1 João 3:16|
Siitä me tunsimme rakkauden, että hän on henkensä meidän edestämme pannut; niin pitää meidän veljeimme edestä henkemme paneman.
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17
|1 João 3:17|
Mutta jos jollakin olis tämän maailman hyvyyttä, ja näkis veljensä tarvitseman, ja sulkee sydämensä häneltä, kuinkas Jumalan rakkaus pysyy hänessä?
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18
|1 João 3:18|
Lapsukaiseni, älkäämme rakastako sanalla eli kielellä, vaan työllä ja totuudella.
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19
|1 João 3:19|
Siitä me tiedämme, että me totuudesta olemme ja taidamme hänen edessänsä meidän sydämemme hillitä,
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20
|1 João 3:20|
Että jos meidän sydämemme tuomitsee meitä, niin on Jumala suurempi kuin meidän sydämemme ja tietää kaikki.
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21
|1 João 3:21|
Te rakkahimmat! jos ei meidän sydämemme tuomitse meitä, niin meillä on turva Jumalaan.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva