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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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1
|1 Reis 16:1|
Niin tuli Herran sana Jehun Hananin pojan tykö Baesaa vastaan, sanoen:
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2
|1 Reis 16:2|
Että minä olen ylentänyt sinun tomusta ja tehnyt sinun minun kansani Israelin ruhtinaaksi, ja kuitenkin sinä olet vaeltanut Jerobeamin teillä ja saattanut minun kansani Israelin syntiä tekemään, niin ettäs vihoitat minun heidän synneillänsä;
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3
|1 Reis 16:3|
Katso, minä hävitän Baesan perilliset ja hänen huoneensa perilliset, ja annan sinun huonees tulla niinkuin Jerobeamin Nebatin pojan huoneen:
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4
|1 Reis 16:4|
Joka Baesan suvusta kuolee kaupungissa, se pitää koirilta syötämän, ja joka kuolee kedolla se pitää taivaan linnuilta syötämän.
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5
|1 Reis 16:5|
Mitä enempi on puhumista Baesasta ja hänen töistänsä ja voimastansa: eikö se ole kirjoitettu Israelin kuningasten aikakirjassa?
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6
|1 Reis 16:6|
Ja Baesa nukkui isäinsä kanssa ja haudattiin Tirtsaan. Ja hänen poikansa Ella tuli kuninkaaksi hänen siaansa.
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7
|1 Reis 16:7|
Ja Herran sana tuli prophetan Jehun Hananin pojan kautta Baesaa ja hänen huonettansa vastaan, ja kaikkea pahuutta vastaan, minkä hän Herran edessä tehnyt oli, vihoittaaksensa häntä kättensä töillä, että sen piti tuleman niinkuin Jerobeamin huone, ja sentähden että hän hänen tappanut oli.
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8
|1 Reis 16:8|
Asan Juudan kuninkaan kuudentena vuonna kolmattakymmentä oli Ella Baesan poika Israelin kuningas Tirtsassa kaksi ajastaikaa.
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9
|1 Reis 16:9|
Mutta hänen palveliansa Simri, joka hallitsi puolet vaunuja, teki liiton häntä vastaan: kuin hän tuli Tirtsaan, niin hän joi ja juopui Artsan tykönä, joka oli Tirtsan kartanon haltia.
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10
|1 Reis 16:10|
Ja Simri tuli ja löi hänen, ja tappoi hänen Asan Juudan kuninkaan seitsemäntenä vuonna kolmattakymmentä, ja tuli hänen siaansa kuninkaaksi.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva