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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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11
|1 Reis 17:11|
Kuin hän meni tuomaan, huusi hän häntä ja sanoi: tuo myös minulle pala leipää kädessäs.
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12
|1 Reis 17:12|
Hän sanoi: niin totta kuin Herra sinun Jumalas elää, ei ole minulla leipää, mutta pivo jauhoja vakkaisessa ja vähä öljyä astiassa: ja katso, minä kokoon kaksi puuta ja menen valmistamaan itselleni ja pojalleni, syödäksemme ja sitte kuollaksemme.
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13
|1 Reis 17:13|
Ja Elia sanoi hänelle: älä pelkää, mene ja tee niinkuin sinä sanonut olet; kuitenkin leivo minulle vähä kyrsäinen siitä ensin ja tuo minulle; mutta itselles ja pojalles pitää myös sinun siitä sen jälkeen tekemän:
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14
|1 Reis 17:14|
Sillä näin sanoo Herra Israelin Jumala: Ei jauhot vakkaisesta pidä loppuman ja öljy astiasta ei pidä puuttuman, siihen päivään asti kuin Herra antaa sataa maan päälle.
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15
|1 Reis 17:15|
Ja hän meni ja teki niinkuin Elia puhunut oli. Ja hän söi ja myös vaimo perheinensä kauvan aikaa.
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16
|1 Reis 17:16|
Ei jauhot loppuneet vakkaisesta eikä öljy astiasta, Herran sanan jälkeen, jonka hän Elian kautta puhunut oli.
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17
|1 Reis 17:17|
Sen jälkeen tapahtui, että perheen emännän poika sairasti, ja hänen sairautensa oli niin raskas, ettei henkeä hänessä silleen ollut.
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18
|1 Reis 17:18|
Ja hän sanoi Elialle: mitä minulla on sinun kanssas, sinä Jumalan mies? Sinä olet tullut minun tyköni, että minun pahatekoni muistettaisiin ja minun poikani kuolis.
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19
|1 Reis 17:19|
Hän sanoi hänelle: tuo minulle poikas. Ja hän otti hänet, hänen sylistänsä, ja vei hänen ylistupaan, kussa hän asui, ja pani hänen omaan vuoteesensa,
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20
|1 Reis 17:20|
Ja huusi Herran tykö ja sanoi: Herra minun Jumalani! oletkos niin pahoin tehnyt tätä leskeä vastaan, jonka tykönä minä holhotaan, ettäs tapat hänen poikansa?
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva