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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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1
|2 Reis 25:1|
Niin tapahtui yhdeksäntenä hänen valtakuntansa vuonna, kymmenentenä päivänä kymmenennellä kuulla, että Nebukadnetsar Babelin kuningas tuli kaiken väkensä kanssa Jerusalemin eteen, ja he sioittuivat sen eteen ja rakensivat saarron joka taholta sen ympärille.
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2
|2 Reis 25:2|
Ja niin oli se kaupunki piiritetty kuningas Zidkian ensimäiseen vuoteen toistakymmentä.
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3
|2 Reis 25:3|
Mutta yhdeksännellä kuukaudella tuli sangen suuri nälkä kaupunkiin, niin ettei maakunnan kansalla mitään syömistä ollut.
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4
|2 Reis 25:4|
Niin kukistettiin kaupunki, ja kaikki sotamiehet pakenivat yöllä ulos porttitietä, niiden kahden muurin väliltä, joka menee kuninkaan yrttitarhaan (vaan Kaldealaiset olivat ympäri kaupunkia), ja hän pakeni sitä tietä myöten tasaiselle kedolle.
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5
|2 Reis 25:5|
Mutta Kaldealaisten sotaväki ajoi kuningasta takaa, ja he käsittivät hänen Jerihon kedolla; ja kaikki sotamiehet, jotka hänen tykönänsä olivat, olivat hänestä hajonneet.
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6
|2 Reis 25:6|
Mutta kuninkaan he ottivat kiinni ja veivät hänen Babelin kuninkaan tykö Riblatiin; ja he tuomitsivat hänen,
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7
|2 Reis 25:7|
Ja he tappoivat Zidkian lapset hänen silmäinsä nähden, ja puhkasivat Zidkian silmät, ja sitoivat hänen kaksilla vaskikahleilla ja veivät Babeliin.
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8
|2 Reis 25:8|
Seitsemäntenä päivänä viidennellä kuukaudella, se on yhdeksästoistakymmenes Nebukadnetsarin Babelin kuninkaan ajastaika, tuli Nebutsaradan huovin päämies, Babelin kuninkaan palvelia, Jerusalemiin,
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9
|2 Reis 25:9|
Ja poltti Herran huoneen ja kuninkaan huoneen, ja kaikki huoneet Jerusalemissa, niin myös kaikki suuret huoneet poltti hän tulella.
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10
|2 Reis 25:10|
Ja kaikki Kaldealaisten sotaväki, jotka huovin päämiehen kanssa olivat, särkivät muurit, jotka Jerusalemin ympärillä olivat.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva