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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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|Amós 5:1|
Kuulkaat te, Israelin huone, näitä sanoja; sillä minun täytyy tämän valitusveisun teistä nostaa.
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2
|Amós 5:2|
Neitsy Israel on langennut, niin ettei hän voi jälleen nousta ylös; hän on kukistettu maahan, ja ei kenkään häntä auta ylös.
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3
|Amós 5:3|
Sillä näin sanoo Herra, Herra: siihen kaupunkiin, josta tuhannen käy ulos, pitää ainoasti sata jäämän, ja josta sata käy ulos, pitää kymmenen jäämän, Israelin huoneesta.
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4
|Amós 5:4|
Sentähden näin sanoo Herra Israelin huoneelle: etsikäät minua, niin te saatte elää.
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5
|Amós 5:5|
Ja älkäät Beteliä etsikö, ja älkäät tulko Gilgaliin, älkäät myös Bersebaan menkö; sillä Gilgal pitää vietämän vangittuna pois, ja Betel tyhjäksi tuleman.
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6
|Amós 5:6|
Etsikäät Herraa, niin te saatte elää, ettei tuli Josephin huoneeseen sytytettäisi, ja kuluttais, ja ei olisi sammuttajaa Betelissä.
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7
|Amós 5:7|
Te käännätte oikeuden koiruohoksi, ja kukistatte maahan vanhurskauden.
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8
|Amós 5:8|
Hän tekee Otavan ja Kointähden, ja muuttaa kuoleman varjon aamuksi, ja päivästä pimiän yön tekee; joka vedet meressä kutsuu, ja kaataa ne maan piirin päälle, hänen nimensä on Herra;
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9
|Amós 5:9|
Joka raateluksen asettaa väkevän ylitse, ja että raatelia uskaltaa vahvan kaupungin päälle karata.
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10
|Amós 5:10|
Mutta he vihaavat sitä, joka heitä julkisesti nuhtelee, ja sitä he kauhistuvat, joka oikein opettaa.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva