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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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1
|Jonas 3:1|
Niin Herran sana tapahtui toisen kerran Jonalle ja sanoi:
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2
|Jonas 3:2|
Nouse, mene suureen kaupunkiin Niniveen, saarnaamaan siellä sitä saarnaa, jonka minä sinulle sanon.
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3
|Jonas 3:3|
Silloin Jona nousi ja meni Niniveen Herran sanan jälkeen. Ja Ninive oli Jumalan suuri kaupunki, kolmen päiväkunnan matka.
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4
|Jonas 3:4|
Ja kuin Jona rupesi siinä käymään yhden päiväkunnan matkan, huusi hän ja sanoi: vielä on neljäkymmentä päivää; niin Niniven pitää hukkuman.
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5
|Jonas 3:5|
Niin Niniven miehet uskoivat Jumalan päälle, ja antoivat saarnata, että paastottaisiin, ja pukivat säkit yllensä sekä pienet että suuret.
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6
|Jonas 3:6|
Ja kuin Niniven kuningas sen kuuli, nousi hän istuimeltansa ja riisui kalliit vaatteensa, kääri itsensä säkkiin ja istui tuhkaan.
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7
|Jonas 3:7|
Ja antoi kuuluttaa ja sanoa Ninivessä kuninkaan tahdosta ja hänen sankareinsa käskystä, sanoen: ettei yksikään ihminen taikka eläin, karja eli lampaat pidä mitään maistaman eikä laitumelle ajettaman, ja ei vettäkään juoman;
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8
|Jonas 3:8|
Vaan ihmiset ja eläimet pitää säkkiin puetettaman, ja heidän pitää lujasti Jumalan tykö huutaman. Ja jokainen palatkaan pahasta tiestänsä ja kätensä väkivallasta.
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9
|Jonas 3:9|
Kukaties Jumala taitaa kääntyä ja katua, ja lakata hirmuisesta vihastansa, ettemme huku.
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10
|Jonas 3:10|
Kuin Jumala näki heidän työnsä, että he palasivat pahasta tiestänsä, katui Jumala sitä pahaa, jota hän oli puhunut heille tehdäksensä, ja ei tehnytkään.
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Sugestões

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13 de junho LAB 530
O SOFRIMENTO PODE SER UMA DISCIPLINA
JÓ 35-37
Você está lendo direitinho o livro de Jó? Tem sido perseverante em ler os discursos dos quatro amigos e, principalmente ontem e hoje, o discurso do “amigo” Eliú? Porque se não formos perseverantes para, pelo menos, ler a história, é uma vergonha, não é mesmo? Pense na perseverança que Jó teve, ao suportar o sofrimento dele. Ele foi o homem que mais sofreu no mundo, mas que também se tornou símbolo da paciência, pela perseverança que teve em suportar tudo.
Os amigos dele, apesar de ficarem falando muita besteira, também foram perseverantes, coitados! Eles não merecem só a nossa critica, mas merecem também a nossa atenção, porque, apesar dos pesares, eles estavam tentando acertar. Pelo menos, eles estavam ao redor do sorumbático sofredor. Isso já foi uma virtude: aguentar ficar ao lado de Jó.
E nós estamos lendo, especificamente, sobre a última fala de Eliú, que foi o último dos quatro a falar, antes de Deus chegar e se pronunciar naquela discussão. E como as leituras de ontem e de hoje são um discurso só, quero retomar um trecho, que está em Jó 33:14-19, para contextualizar o que quero dizer aqui sobre a leitura de hoje. Assim, faríamos um fechamento sobre essa discussão do sofrimento de Jó.
“Pois a verdade é que Deus fala, ora de um modo, ora de outro, mesmo que o homem não o perceba. Em sonho ou em visão durante a noite, quando o sono profundo cai sobre os homens e eles dormem em suas camas, ele pode falar aos ouvidos deles e aterrorizá-los com advertências, para prevenir o homem das suas más ações e livrá-lo do orgulho, para preservar da cova a sua alma, e a sua vida da espada. Ou o homem pode ser castigado no leito de dor, com os seus ossos em constante agonia.”
Comentando sobre isso, veja o que encontrei no periódico “Jó, sofrimento e restauração”, 3º trimestre de 1980, pág. 75: “Eliú era um jovem insatisfeito tanto com os discursos de Jó como os de seus três amigos. Talvez a maior contribuição de Eliú ao debate é a nova ênfase à ideia de que o sofrimento pode ser disciplina, em vez de punição... O conceito de Eliú sobre o sofrimento considerando-o como disciplina não é novo na história de Jó. É a ênfase que ele dá ao conceito que é nova... [Jó] ...deixou que Eliú realçasse a ideia de que o sofrimento pode ser uma disciplina, antes que uma punição”.
Essa é a grande lição. O sofrimento que nos assola não é de todo mal. O lado bom é que ele nos disciplina.
Valdeci Júnior
Fátima Silva