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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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1
|Jonas 4:1|
Niin Jona pani sen kovin pahaksensa, ja vihastui.
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2
|Jonas 4:2|
Rukoili Herraa ja sanoi: voi Herra! sepä se on, minkä minä sanoin, kuin minä olin vielä maassani, sentähden minä tahdoin myös Tarsikseen paeta; sillä minä tiedän, että sinä Jumala olet armollinen, laupias, pitkämielinen, suuresta hyvyydestä ja kadut pahaa.
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3
|Jonas 4:3|
Niin ota nyt, Herra, minun sieluni minusta pois; sillä minä kuolisin paremmin kuin eläisin.
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4
|Jonas 4:4|
Mutta Herra sanoi: luuletkos oikein vihastunees?
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5
|Jonas 4:5|
Ja Jona läksi kaupungista ja istui kaupungista itään päin, ja teki siellä itsellensä majan ja istui sen alla varjossa, siihenasti kuin hän näkis, mitä kaupungille tapahtuis.
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6
|Jonas 4:6|
Mutta Herra Jumala toimitti yhden pensaan, joka kasvoi Jonan ylitse, että se olis hänen päänsä varjonnut, ja virvoittanut häntä hänen vaivassansa; ja Jona riemuitsi siitä pensaasta suurella ilolla.
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7
|Jonas 4:7|
Mutta Herra toimitti madon huomeneltain, kuin aamurusko koitti, joka söi sitä pensasta, että se kuivettui.
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8
|Jonas 4:8|
Mutta kuin aurinko noussut oli, toimitti Jumala suuren itätuulen, ja aurinko paisti Jonan päähän, että hän tuli voimattomaksi. Niin hän toivotti sielullensa kuolemaa, ja sanoi: minä kuolisin ennenkuin minä eläisin.
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9
|Jonas 4:9|
Niin Jumala sanoi Jonalle: luuletkos oikein vihastunees siitä pensaasta? Ja hän sanoi: minä vihastun hamaan kuolemaan asti.
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10
|Jonas 4:10|
Ja Herra sanoi: sinä armahdat pensasta, josta et mitään vaivaa nähnyt, etkä sitä kasvattanut, joka ynnä kasvoi ja ynnä katosi:
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva