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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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1
|Jó 24:1|
Siksi ei Kaikkivaltiaalta ole ajat salatut? ja ne, jotka hänen tuntevat, ei näe hänen päiviänsä?
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2
|Jó 24:2|
He siirtävät rajan, he ryöväävät lauman ja ruokkivat sen. '
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3
|Jó 24:3|
He ajavat orpoin aasit pois, ja ottavat leskein härjät pantiksi.
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4
|Jó 24:4|
Köyhäin täytyy tiellä paeta heitä, ja siviät maan päällä lymyttävät itsensä.
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5
|Jó 24:5|
Katso, niinkuin metsä-aasit korvessa, lähtevät he ulos ja samoovat varhain saaliin perään: korvessa on jokaiselle heistä ruokaa, niin myös nuorukaisille.
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6
|Jó 24:6|
He niittävät pellolla hänen tulonsa, ja poimivat ja hakevat jumalattoman viinamäessä.
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7
|Jó 24:7|
Alastoman antavat he maata ilman vaatetta ja peittämättä pakkasessa.
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8
|Jó 24:8|
Vuorten vuotamisesta tulevat he märäksi; ja ettei heillä yhtään turvaa ole, turvaavat he mäkiin.
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9
|Jó 24:9|
He repivät orvot nisistä, ja panttaavat köyhän.
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10
|Jó 24:10|
Alastoman antavat he käydä verhotta, ja ottavat isoovaiselta jalalliset pois.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva