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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Afrikaans (1953) -
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17
|Levítico 6:17|
Dit mag nie gesuurd gebak word nie; as hulle deel het Ek dit van my vuuroffers gegee. Hoogheilig is dit soos die sondoffer en die skuldoffer.
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18
|Levítico 6:18|
Almal wat manlik is onder die seuns van Aäron, mag dit eet. Dit is 'n ewige insetting vir julle geslagte uit die vuuroffers van die HERE. Alles wat daaraan raak, word heilig.
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19
|Levítico 6:19|
Verder het die HERE met Moses gespreek en gesê:
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20
|Levítico 6:20|
Dit is die offer van Aäron en sy seuns wat hulle aan die HERE moet bring op die dag as hy gesalf word: die tiende van 'n efa fynmeel as voortdurende spysoffer; die helfte daarvan in die môre en die helfte in die aand.
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21
|Levítico 6:21|
Dit moet op 'n plaat met olie berei word; deurmekaargeroer moet jy dit bring; in gebakte brokkies moet jy die spysoffer bring as lieflike geur vir die HERE.
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22
|Levítico 6:22|
Ook moet die priester wat uit sy seuns in sy plek gesalf word, dit berei, as 'n ewige insetting. Dit moet geheel en al vir die HERE aan die brand gesteek word.
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23
|Levítico 6:23|
So moet dan elke spysoffer van 'n priester 'n voloffer wees; dit mag nie geëet word nie.
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24
|Levítico 6:24|
Verder het die HERE met Moses gespreek en gesê:
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25
|Levítico 6:25|
Spreek met Aäron en sy seuns en sê: Dit is die wet van die sondoffer: Op die plek waar die brandoffer geslag word, moet die sondoffer voor die aangesig van die HERE geslag word. Dit is hoogheilig.
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26
|Levítico 6:26|
Die priester wat dit as sondoffer bring, moet dit eet; op 'n heilige plek moet dit geëet word, in die voorhof van die tent van samekoms.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva