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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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19
|Ester 2:19|
Da det for annen gang blev samlet sammen jomfruer, satt Mordekai i kongens port.
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20
|Ester 2:20|
Men Ester hadde ikke sagt noget om sin ætt og sitt folk; for det hadde Mordekai pålagt henne, og Ester gjorde i alle ting som Mordekai sa, således som hun hadde gjort da hun blev opfostret hos ham.
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21
|Ester 2:21|
På den tid da Mordekai satt i kongens port, blev Bigtan og Teres, to av de hoffmenn hos kongen som holdt vakt ved dørtreskelen, vrede på kong Ahasverus og søkte å legge hånd på ham.
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22
|Ester 2:22|
Dette fikk Mordekai kunnskap om, og han fortalte det til dronning Ester; og Ester sa det til kongen på Mordekais vegne.
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23
|Ester 2:23|
Saken blev gransket, og da det viste sig at det var så, blev de begge hengt i en galge. Dette blev opskrevet i krønikeboken for kongens øine.
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1
|Ester 3:1|
Nogen tid efter ophøiet kong Ahasverus agagitten Haman, Hammedatas sønn, og gav ham rang og sete over alle de fyrster som var hos ham.
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2
|Ester 3:2|
Og alle kongens tjenere som var i kongens port, falt på kne og kastet sig ned for Haman, for så hadde kongen befalt om ham; men Mordekai falt ikke på kne og kastet sig ikke ned for ham.
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3
|Ester 3:3|
Da sa kongens tjenere som var i kongens port, til Mordekai: Hvorfor overtreder du kongens bud?
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4
|Ester 3:4|
Og da de dag efter dag hadde sagt så til ham, og han ikke hørte på dem, så meldte de det til Haman for å se om den grunn Mordekai gav, vilde bli tatt for god: for han hadde sagt dem at han var jøde.
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5
|Ester 3:5|
Da Haman så at Mordekai ikke falt på kne eller kastet sig ned for ham, blev han full av harme.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva