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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|Ester 4:1|
Da Mordekai fikk vite alt som hadde hendt, sønderrev han sine klær og klædde sig i sekk og aske og gikk ut i byen under høie klagerop.
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2
|Ester 4:2|
Og han kom like til plassen foran kongens port; for ingen som var klædd i sekk, hadde lov til å gå inn i kongens port.
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3
|Ester 4:3|
Og i hvert eneste landskap, overalt hvor kongens ord og befaling nådde frem, blev det stor sorg blandt jødene og faste og gråt og jammer, ja, mange redet sig et leie av sekk og aske.
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4
|Ester 4:4|
Da kom Esters unge piker og hennes hoffmenn og fortalte henne det, og dronningen blev full av angst. Hun sendte klær til Mordekai, som han skulde ta på istedenfor de sekkeklær han gikk i; men han tok ikke imot dem.
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5
|Ester 4:5|
Ester kalte da til sig Hatak, en av kongens hoffmenn, som han hadde satt til å tjene henne. og bød ham gå til Mordekai for å få vite hvad som var på ferde, og hvorfor han bar sig således at.
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6
|Ester 4:6|
Hatak gikk ut til Mordekai på byens torv foran kongens port.
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7
|Ester 4:7|
Og Mordekai fortalte ham alt det som hadde hendt ham, og opgav for ham nøiaktig hvor meget sølv Haman hadde lovt å tilveie kongens skattkammer for å få utryddet jødene.
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8
|Ester 4:8|
Han gav ham også en avskrift av den skrevne befaling som var blitt gitt i Susan om å ødelegge dem, forat han skulde vise Ester den og melde henne alt og pålegge henne å gå inn til kongen og be og bønnfalle ham om nåde for sitt folk.
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9
|Ester 4:9|
Hatak kom og fortalte Ester hvad Mordekai hadde sagt.
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10
|Ester 4:10|
Da bød Ester Hatak å gå til Mordekai og si:
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva