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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|Ester 5:4|
Ester svarte: Tykkes det kongen godt, vilde jeg gjerne at kongen og Haman idag skulde komme til det gjestebud jeg har stelt til for ham!
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|Ester 5:5|
Da sa kongen: Skynd eder og hent Haman, så Ester kan få sitt ønske opfylt! Så kom da kongen og Haman til det gjestebud Ester hadde stelt til.
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|Ester 5:6|
Mens de satt og drakk vin, sa kongen til Ester: Hvad er din bønn? Den skal tilståes dig. Og hvad er ditt ønske? Var det enn halvdelen av riket, skal det opfylles.
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|Ester 5:7|
Ester svarte: Min bønn og mitt ønske er:
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|Ester 5:8|
Har jeg funnet nåde for kongens øine, og tykkes det kongen godt å tilstå mig min bønn og å opfylle mitt ønske, så må kongen og Haman komme til det gjestebud jeg vil stelle til for dem! Imorgen vil jeg da gjøre som kongen sier.
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|Ester 5:9|
Haman gikk den dag glad og vel til mote derfra, men da han fikk se Mordekai i kongens port, og at han hverken reiste sig eller rørte sig for ham, blev han full av vrede mot Mordekai.
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10
|Ester 5:10|
Men han holdt sig rolig og gikk hjem; så sendte han bud efter sine venner og sin hustru Seres
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|Ester 5:11|
og fortalte dem om sin rikdom og herlighet og om sine mange sønner og likeledes alt om hvorledes kongen hadde gjort ham stor, og hvorledes han hadde ophøiet ham over fyrstene og kongens tjenere.
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12
|Ester 5:12|
Og Haman sa: Heller ikke lot dronning Ester nogen annen enn mig komme med kongen til det gjestebud hun hadde stelt til, og også til imorgen er jeg innbudt av henne sammen med kongen.
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13
|Ester 5:13|
Men alt dette er mig ikke nok all den stund jeg ser jøden Mordekai sitte i kongens port.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva