-
-
Suomen Raamattuopisto (1776) -
-
26
|Esdras 8:26|
Ja punnitsin heidän käteensä hopiaa kuusisataa ja viisikymmentä leiviskää, ja hopia- astioita sata leiviskää, ja sata leiviskää kultaa,
-
27
|Esdras 8:27|
Ja kaksikymmentä kultaista maljaa, jotka painoivat tuhannen kultapenninkiä, ja kaksi kallista vaskiastiaa, niin kirkasta kuin kulta.
-
28
|Esdras 8:28|
Ja minä sanoin heille: te olette pyhät Herralle, niin myös ovat astiat pyhät, ja kulta ja hopia on hyvällä mielellä annettu Herralle isäinne Jumalalle.
-
29
|Esdras 8:29|
Valvokaat siis ja pitäkäät ne niinkauvan tallella, että te ne jälleen punnitsette ulos pappein ja Leviläisten, päämiesten ja Israelin ylimmäisten isäin edessä, Jerusalemissa, Herran huoneen arkkuihin.
-
30
|Esdras 8:30|
Niin papit ja Leviläiset ottivat vastaan punnitun hopian ja kullan ja astiat, viedäksensä Jerusalemiin Jumalamme huoneeseen.
-
31
|Esdras 8:31|
Ja me läksimme Ahavan virran tyköä, toisena päivänä toistakymmentä ensimäistä kuuta, menemään Jerusalemiin. Ja meidän Jumalamme käsi oli meidän päällämme, joka meitä pelasti vihollistemme käsistä ja väijymisestä tiellä.
-
32
|Esdras 8:32|
Ja me tulimme Jerusalemiin ja oleskelimme siellä kolme päivää.
-
33
|Esdras 8:33|
Mutta neljäntenä päivänä punnittiin hopia ja kulta, ja astiat meidän Jumalamme huoneesen, papin Urian pojan Meremotin käden alla, ja hänen kanssansa oli Eleatsar Pinehaan poika ja heidän kanssansa Josabad Jesuan poika ja Noadia Binnuin poika, Leviläiset.
-
34
|Esdras 8:34|
Jokaisen luvun ja painon jälkeen; ja kaikki se paino kirjoitettiin siihen aikaan.
-
35
|Esdras 8:35|
Ja vankeuden lapset, jotka olivat tulleet vankeudesta, uhrasivat Israelin Jumalalle polttouhria, kaksitoistakymmentä mullia, koko Israelin edestä, yhdeksänkymmentä ja kuusi oinasta, seitsemänkahdeksattakymmentä karitsaa, kaksitoistakymmentä kaurista syntiuhriksi, kaikki tyynni polttouhriksi Herralle.
-
-
Sugestões

Clique para ler Êxodo 37-38
30 de janeiro LAB 396
TRABALHO ABENÇOADO
Êxodo 37-38
Vamos trazer o pano de fundo de Êxodo 37-38 para uma comparação com algo que acontece, de forma semelhante, em toda a História. Esses bastidores também têm tudo a ver com o mundo atual em que vivemos. E as lições são muitas.
A inteligência é uma dádiva. Deus a concede à humanidade para beneficiar-lhe. E o ser humano usa-a para o seu malefício, provocando sua própria destruição em um processo vicioso de regressão dos valores e dos princípios.
Para solucionar os problemas de sobrevivência e conceder bem-estar às pessoas – que vivem em um mundo degradado – Deus concede-lhes a capacidade de produzir inventos poderosamente bons. Gutenberg inaugurou a imprensa com a frase “Pai nosso que estás nos Céus” e, logo em seguida, editou a Bíblia para a salvação de muitos. Isso evoluiu tanto, que hoje trocamos as informações gráficas virtualmente. Nossos computadores, interligados em rede, nos proporcionam essa bênção. Que benefício para os universitários!
Mas, na proporção que essas bênçãos são dadas aos seres humanos, eles, infelizmente, transformam-nas em degradação moral. Você pode perceber isso, de maneira muito clara, quando passa por uma banca de revistas e vê que a literatura ali existente, quase em sua totalidade, é um borrão para a alma. Ou, quando as estatísticas comprovam que o mercado pornográfico fatura bilhões e bilhões de dólares, especialmente pela mídia digital. É! O mundão em que vivemos é o verdadeiro retrato pintado pela letra de Léo Canhoto na música “O Último Julgamento”. Com isso, o homem sempre inova algo, com aparência e sofisticação superiores ao que já existia, mas com menores soluções para os seus problemas anteriores. Aumenta-se assim, a fraqueza e a autodestruição humanas.
Hoje são inventadas novas tecnologias com a finalidade de ajudar. Ajudarão, por um tempo, até que passarão a atrapalhar, necessitando de novas invenções para remediá-las que, por sua vez, entrarão no mesmo ciclo vicioso. Esse ciclo degenerativo das inovações tecnológicas acontece sob uma análise feita absolutamente no nível da capacidade humana.
Entretanto, o homem pode produzir feitos que não sejam tão “desgraçantes”, mas, pelo contrário, benéficos e duradouros. Como? A arca da aliança, a mesa e os utensílios, o candelabro de ouro e o altar dos holocaustos ainda são lembrados com tanto carinho e têm uma representação no próprio santuário celestial por causa de um diferencial. Foram produzidos com o segredo de Bezalel e seus companheiros de serviço: “Moisés inspecionou a obra e viu que tinham feito tudo conforme o Senhor tinha ordenado. Então, Moisés os abençoou” (Êxodo 39:43).
Entregue seu trabalho a Deus e deixe-O guiá-lo. Certamente, ele não fará parte do ciclo degenerativo das inovações tecnológicas. Vai ser muito abençoado!
Valdeci Júnior
Fátima Silva