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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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|Esdras 4:1|
Mutta kuin Juudan ja Ben-Jaminin vihamiehet kuulivat, että ne, jotka vankeudesta olivat lähteneet, rakensivat Herralle Israelin Jumalalle templiä;
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2
|Esdras 4:2|
Tulivat he Serubbabelin ja isäin päämiesten tykö ja sanoivat heille: me rakennamme teidän kanssanne; sillä me etsimme teidän Jumalaanne niinkuin tekin, ja emme ole sitte uhranneet kuin Asserhaddon Assurin kuningas meidät tänne vei.
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3
|Esdras 4:3|
Mutta Serubbabel ja Jesua ja muut Israelin isäin päämiehet vastasivat: ei sovi teidän ja meidän rakentaa meidän Jumalallemme huonetta; mutta me rakennamme yksin Herralle Israelin Jumalalle huoneen, niinkuin Kores Persian kuningas meitä käski.
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4
|Esdras 4:4|
Niin sen maakunnan väki heikensi Juudan kansan kädet ja peljätti rakentamasta,
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5
|Esdras 4:5|
Ja palkkasivat neuvonantajia heitä vastaan, estämään heidän neuvoansa, niinkauvan kuin Kores Persian kuningas eli, Dariuksen Persian kuninkaan valtakuntaan asti.
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6
|Esdras 4:6|
Mutta kuin Ahasverus tuli kuninkaaksi, hänen valtakuntansa alussa, kirjoittivat he kanteen Juudan ja Jerusalemin asujamia vastaan.
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7
|Esdras 4:7|
Ja Artahsastan aikana kirjoitti Bislam, Mitridat, Tabeel ja muut heidän seurastansa Artahsastalle Persian kuninkaalle. Ja kirja oli kirjoitettu Syrian kielellä ja tulkittu Syrian kielellä.
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8
|Esdras 4:8|
Rehum kansleri ja Simsai kirjoittaja kirjoittivat kirjan Jerusalemia vastaan kuningas Artahsastalle näin:
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9
|Esdras 4:9|
Rehum kansleri ja Simsai kirjoittaja, ja muut heidän kanssaveljensä Dinasta, Apharsakista ja Tarpelasta, Persiasta, Arakasta, Babelista, Susanista, Dehasta ja Elamista,
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10
|Esdras 4:10|
Ja muut kansat, jotka suuri ja kuuluisa Asnappar toi tänne, ja pani heidät asumaan Samarian kaupunkeihin, ja ne muut toisella puolen virtaa, sillä ajalla.
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva