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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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|Esdras 4:1|
Mutta kuin Juudan ja Ben-Jaminin vihamiehet kuulivat, että ne, jotka vankeudesta olivat lähteneet, rakensivat Herralle Israelin Jumalalle templiä;
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2
|Esdras 4:2|
Tulivat he Serubbabelin ja isäin päämiesten tykö ja sanoivat heille: me rakennamme teidän kanssanne; sillä me etsimme teidän Jumalaanne niinkuin tekin, ja emme ole sitte uhranneet kuin Asserhaddon Assurin kuningas meidät tänne vei.
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3
|Esdras 4:3|
Mutta Serubbabel ja Jesua ja muut Israelin isäin päämiehet vastasivat: ei sovi teidän ja meidän rakentaa meidän Jumalallemme huonetta; mutta me rakennamme yksin Herralle Israelin Jumalalle huoneen, niinkuin Kores Persian kuningas meitä käski.
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4
|Esdras 4:4|
Niin sen maakunnan väki heikensi Juudan kansan kädet ja peljätti rakentamasta,
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5
|Esdras 4:5|
Ja palkkasivat neuvonantajia heitä vastaan, estämään heidän neuvoansa, niinkauvan kuin Kores Persian kuningas eli, Dariuksen Persian kuninkaan valtakuntaan asti.
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6
|Esdras 4:6|
Mutta kuin Ahasverus tuli kuninkaaksi, hänen valtakuntansa alussa, kirjoittivat he kanteen Juudan ja Jerusalemin asujamia vastaan.
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7
|Esdras 4:7|
Ja Artahsastan aikana kirjoitti Bislam, Mitridat, Tabeel ja muut heidän seurastansa Artahsastalle Persian kuninkaalle. Ja kirja oli kirjoitettu Syrian kielellä ja tulkittu Syrian kielellä.
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8
|Esdras 4:8|
Rehum kansleri ja Simsai kirjoittaja kirjoittivat kirjan Jerusalemia vastaan kuningas Artahsastalle näin:
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9
|Esdras 4:9|
Rehum kansleri ja Simsai kirjoittaja, ja muut heidän kanssaveljensä Dinasta, Apharsakista ja Tarpelasta, Persiasta, Arakasta, Babelista, Susanista, Dehasta ja Elamista,
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10
|Esdras 4:10|
Ja muut kansat, jotka suuri ja kuuluisa Asnappar toi tänne, ja pani heidät asumaan Samarian kaupunkeihin, ja ne muut toisella puolen virtaa, sillä ajalla.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva