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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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|Neemias 10:38|
Ja papin Aaronin pojan pitää myös saaman Leviläisten kanssa heidän kymmenyksistänsä, ja Leviläisten pitää viemän kymmenyksistänsä kymmenennen osan meidän Jumalamme huoneesen, tavarahuoneen kammioihin.
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|Neemias 10:39|
Sillä Israelin lapset ja Levin lapset piti myös viemän jyväin, viinan ja öljyn ylennyksen kammioihin; ja siellä pitää oleman pyhät astiat, ja papit, jotka palvelevat, ja ovenvartiat, ja veisaajat. Ja emme luovu meidän Jumalamme huoneesta.
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1
|Neemias 11:1|
Ja kansan päämiehet asuivat Jerusalemissa; mutta muu kansa heitti arpaa, saattaaksensa yhden kymmenestä asumaan Jerusalemiin, siihen pyhään kaupunkiin, mutta yhdeksän osaa kaupungeissa.
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2
|Neemias 11:2|
Ja kansa siunasi kaikkia niitä miehiä, jotka mielistyivät asumaan Jerusalemissa.
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3
|Neemias 11:3|
Nämä ovat maakunnan päämiehet, jotka asuivat Jerusalemissa; mutta Juudan kaupungeissa asui itsekukin omaisuuudessansa kaupungeissansa: Israel, papit, Leviläiset, Netinimit ja Salomon palveliain lapset.
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4
|Neemias 11:4|
Ja Jerusalemissa asuivat muutamat Juudan ja Benjaminin lapsista. Juudan lapsista: Ataja Ussian poika, Sakarian pojan, Amarian pojan, Sephatian pojan, Mahalaleelin pojan, Peretsen lapsista,
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5
|Neemias 11:5|
Ja Maeseja Barukin poika, Kolhosen pojan, Hasajan pojan, Adajan pojan, Jojaribin pojan, Sakarian pojan, Silomin pojan,
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6
|Neemias 11:6|
Kaikki Peretsen lapset, jotka asuivat Jerusalemissa, neljäsataa ja kahdeksanseitsemättäkymmentä vahvaa miestä.
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7
|Neemias 11:7|
Nämät olivat Benjaminin lapset: Sallu Mesullamin poika, Joedin pojan, Pedajan pojan, Kolajan pojan, Maasejan pojan, Itielin pojan, Jesajan pojan;
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8
|Neemias 11:8|
Ja hänen jälkeensä Gabbai, Sallai, yhdeksänsataa ja kahdeksankolmattakymmentä;
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva