-
-
Suomen Raamattuopisto (1776) -
-
1
|Neemias 7:1|
Mutta sittekuin muurit olivat rakennetut, panin minä portit; ja toimitettiin ovenvartiat, veisaajat ja Leviläiset.
-
2
|Neemias 7:2|
Ja minä käskin veljeäni Hanania, ja Hananiaa, linnan vanhinta Jerusalemissa (sillä hän oli uskollinen ja Jumalaa pelkääväinen mies monen suhteen),
-
3
|Neemias 7:3|
Ja sanoin heille: ei Jerusalemin portteja ennen pidä avattaman, kuin aurinko lämpiää, ja kuin vielä työtä tehdään, niin pitää portit pantaman kiinni ja teljettämän. Ja vartiat asetettiin Jerusalemin asuvaisista jokainen paikkaansa, ja kukin oman huoneensa kohdalle;
-
4
|Neemias 7:4|
Sillä kaupunki oli avara ja suuri, mutta kansaa oli siinä vähän; ja ei olleet huoneet rakennetut.
-
5
|Neemias 7:5|
Ja minun Jumalani lykkäsi mieleeni, että minä kokosin ylimmäiset ja päämiehet ja kansan, ja luin heidät; ja minä löysin heidän mieslukunsa kirjan, jotka ennen olivat tulleet vankeudesta, ja minä löysin siinä kirjoitettuna.
-
6
|Neemias 7:6|
Nämät ovat maakunnan lapset, jotka palasivat poisviedyistä vangeista, jotka Nebukadnetsar Babelin kuningas oli vienyt pois; ja he palasivat Jerusalemiin ja Juudaan, jokainen kaupunkiinsa,
-
7
|Neemias 7:7|
Jotka tulivat Serubbabelin, Jesuan, Nehemia, Asarian, Raamian, Nahamanin, Mordekain, Bilsan, Misperetin, Bigvain, Nehumin ja Baenan kanssa. Tämä on Israelin miesten luku:
-
8
|Neemias 7:8|
Baroksen lapsia, kaksituhatta, sata ja kaksikahdeksattakymmentä;
-
9
|Neemias 7:9|
Sephatian lapsia, kolmesataa ja kaksikahdeksattakymmentä;
-
10
|Neemias 7:10|
Aran lapsia, kuusisataa ja kaksikuudettakymmentä;
-
-
Sugestões

Clique para ler Isaías 11-14
26 de julho LAB 573
O QUEBRADOR DE PEDRAS
Isaías 11-14
Quando li Isaías 14, na minha leitura, tive uma sensação que, para traduzi-la, é necessário contar uma história que encontrei no site www.pregador.com.br, com o título “O QUEBRADOR DE PEDRAS”. Ela estava catalogada sobre o assunto da inveja. Então, imagine a sensação que tive ao ler esse capítulo.
Segundo a lenda (que é apenas para ilustrar), diz que havia um sujeito muito simples, que ganhava a vida quebrando pedras. Era o quebrador de pedras. Apesar do fato de ter saúde, emprego e família, ele vivia permanentemente insatisfeito.
Certo dia, ele passou em frente à casa de um homem muito rico e importante. Ele sentiu uma terrível inveja, quando viu aquele homem cercado de bens valiosos e pessoas importantes. Do mais profundo do seu ser, pensou: “Ah... como eu queria ser aquele homem!” Então, inexplicavelmente, como num passe de mágica... plim! Foi colocado no lugar do rico.
Mas quando ia começar a usufruir o luxo e o poder, passou em frente daquela casa um importante general, montado num magnífico cavalo, e todos se curvavam diante dele. O quebrador de pedras novamente sentiu inveja e desejou ser aquele general e, mais uma vez, plim! Lá estava ele, em cima do cavalo.
Quando ia começar a desfrutar o prestígio do general, caiu do cavalo, devido ao forte calor do Sol do meio-dia. Então, ele invejou o Sol e... plim!
Ao começar a experimentar todo o poder de seus raios, uma nuvem escura veio e tapou-lhe a visão. Invejou a nuvem escura e... plim!
Quando ia tapar os raios do Sol, passou um forte vento e jogou a nuvem para longe. Invejou o vento e... plim!
E quando ia jogar as nuvens escuras para bem longe, uma montanha quebrou o vento. Invejou a montanha e... plim! Tornou-se a montanha.
Ah... Agora, finalmente, parece que ficou satisfeito, pois, parecia-lhe que, em todo o mundo, nada era mais poderoso que uma grande e inabalável montanha.
Mas foi neste pequeno e único momento de satisfação que ele ouviu um som que lhe era bastante familiar, o som de uma pesada marreta de ferro manejada com habilidade por um musculoso quebrador de pedras, quebrando a montanha devagarzinho.
Interessante! A inveja só pode levar a uma coisa: autodestruição.
Houve um tempo em que tudo era perfeito e ninguém sofria. Mas um anjo infeliz resolveu experimentar algo que não seria bom: ter inveja. A tentação não é pecado, o pecado é alimentá-la. Hoje, arcamos com as consequências dessa inveja: a existência do diabo e o inferno no qual nós precisamos viver.
Não compensa invejar nada de ninguém. Cultive o contentamento e você será muito feliz!
Valdeci Júnior
Fátima Silva