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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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|Neemias 11:1|
Ja kansan päämiehet asuivat Jerusalemissa; mutta muu kansa heitti arpaa, saattaaksensa yhden kymmenestä asumaan Jerusalemiin, siihen pyhään kaupunkiin, mutta yhdeksän osaa kaupungeissa.
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2
|Neemias 11:2|
Ja kansa siunasi kaikkia niitä miehiä, jotka mielistyivät asumaan Jerusalemissa.
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3
|Neemias 11:3|
Nämä ovat maakunnan päämiehet, jotka asuivat Jerusalemissa; mutta Juudan kaupungeissa asui itsekukin omaisuuudessansa kaupungeissansa: Israel, papit, Leviläiset, Netinimit ja Salomon palveliain lapset.
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4
|Neemias 11:4|
Ja Jerusalemissa asuivat muutamat Juudan ja Benjaminin lapsista. Juudan lapsista: Ataja Ussian poika, Sakarian pojan, Amarian pojan, Sephatian pojan, Mahalaleelin pojan, Peretsen lapsista,
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5
|Neemias 11:5|
Ja Maeseja Barukin poika, Kolhosen pojan, Hasajan pojan, Adajan pojan, Jojaribin pojan, Sakarian pojan, Silomin pojan,
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6
|Neemias 11:6|
Kaikki Peretsen lapset, jotka asuivat Jerusalemissa, neljäsataa ja kahdeksanseitsemättäkymmentä vahvaa miestä.
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7
|Neemias 11:7|
Nämät olivat Benjaminin lapset: Sallu Mesullamin poika, Joedin pojan, Pedajan pojan, Kolajan pojan, Maasejan pojan, Itielin pojan, Jesajan pojan;
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8
|Neemias 11:8|
Ja hänen jälkeensä Gabbai, Sallai, yhdeksänsataa ja kahdeksankolmattakymmentä;
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9
|Neemias 11:9|
Ja Joel Sikrin poika oli heidän esimiehensä, ja Juuda Senuan poika oli toisena kaupungin päällä.
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10
|Neemias 11:10|
Papeista, Jedaja Jojaribin poika, Jakin,
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva