-
-
Darby Version -
-
22
|Hebreus 12:22|
but ye have come to mount Zion; and to [the] city of [the] living God, heavenly Jerusalem; and to myriads of angels,
-
23
|Hebreus 12:23|
the universal gathering; and to [the] assembly of the firstborn [who are] registered in heaven; and to God, judge of all; and to [the] spirits of just [men] made perfect;
-
24
|Hebreus 12:24|
and to Jesus, mediator of a new covenant; and to [the] blood of sprinkling, speaking better than Abel.
-
25
|Hebreus 12:25|
See that ye refuse not him that speaks. For if those did not escape who had refused him who uttered the oracles on earth, much more we who turn away from him [who does so] from heaven:
-
26
|Hebreus 12:26|
whose voice then shook the earth; but now he has promised, saying, Yet once will *I* shake not only the earth, but also the heaven.
-
27
|Hebreus 12:27|
But this Yet once, signifies the removing of what is shaken, as being made, that what is not shaken may remain.
-
28
|Hebreus 12:28|
Wherefore let us, receiving a kingdom not to be shaken, have grace, by which let us serve God acceptably with reverence and fear.
-
29
|Hebreus 12:29|
For also our God [is] a consuming fire.
-
1
|Hebreus 13:1|
Let brotherly love abide.
-
2
|Hebreus 13:2|
Be not forgetful of hospitality; for by it some have unawares entertained angels.
-
-
Sugestões

Clique para ler João 4-6
29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva