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Darby Version -
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1
|Hebreus 1:1|
God having spoken in many parts and in many ways formerly to the fathers in the prophets,
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2
|Hebreus 1:2|
at the end of these days has spoken to us in [the person of the] Son, whom he has established heir of all things, by whom also he made the worlds;
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3
|Hebreus 1:3|
who being [the] effulgence of his glory and [the] expression of his substance, and upholding all things by the word of his power, having made [by himself] the purification of sins, set himself down on the right hand of the greatness on high,
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4
|Hebreus 1:4|
taking a place by so much better than the angels, as he inherits a name more excellent than they.
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5
|Hebreus 1:5|
For to which of the angels said he ever, *Thou* art my Son: this day have *I* begotten thee? and again, *I* will be to him for father, and *he* shall be to me for son?
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6
|Hebreus 1:6|
and again, when he brings in the firstborn into the habitable world, he says, And let all God's angels worship him.
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7
|Hebreus 1:7|
And as to the angels he says, Who makes his angels spirits and his ministers a flame of fire;
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8
|Hebreus 1:8|
but as to the Son, Thy throne, O God, [is] to the age of the age, and a sceptre of uprightness [is] the sceptre of thy kingdom.
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9
|Hebreus 1:9|
Thou hast loved righteousness and hast hated lawlessness; therefore God, thy God, has anointed thee with oil of gladness above thy companions.
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10
|Hebreus 1:10|
And, *Thou* in the beginning, Lord, hast founded the earth, and works of thy hands are the heavens.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva