-
-
Darby Version -
-
1
|Hebreus 2:1|
For this reason we should give heed more abundantly to the things [we have] heard, lest in any way we should slip away.
-
2
|Hebreus 2:2|
For if the word which was spoken by angels was firm, and every transgression and disobedience received just retribution,
-
3
|Hebreus 2:3|
how shall *we* escape if we have been negligent of so great salvation, which, having had its commencement in being spoken [of] by the Lord, has been confirmed to us by those who have heard;
-
4
|Hebreus 2:4|
God bearing, besides, witness with [them] to [it], both by signs and wonders, and various acts of power, and distributions of [the] Holy Spirit, according to his will?
-
5
|Hebreus 2:5|
For he has not subjected to angels the habitable world which is to come, of which we speak;
-
6
|Hebreus 2:6|
but one has testified somewhere, saying, What is man, that thou rememberest him, or son of man that thou visitest him?
-
7
|Hebreus 2:7|
Thou hast made him some little inferior to the angels; thou hast crowned him with glory and honour, [and hast set him over the works of thy hands;]
-
8
|Hebreus 2:8|
thou hast subjected all things under his feet. For in subjecting all things to him, he has left nothing unsubject to him. But now we see not yet all things subjected to *him*,
-
9
|Hebreus 2:9|
but we see Jesus, who [was] made some little inferior to angels on account of the suffering of death, crowned with glory and honour; so that by the grace of God he should taste death for every thing.
-
10
|Hebreus 2:10|
For it became him, for whom [are] all things, and by whom [are] all things, in bringing many sons to glory, to make perfect the leader of their salvation through sufferings.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva