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Darby Version -
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1
|Hebreus 8:1|
Now a summary of the things of which we are speaking [is], We have such a one high priest who has sat down on [the] right hand of the throne of the greatness in the heavens;
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2
|Hebreus 8:2|
minister of the holy places and of the true tabernacle, which the Lord has pitched, [and] not man.
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3
|Hebreus 8:3|
For every high priest is constituted for the offering both of gifts and sacrifices; whence it is needful that this one also should have something which he may offer.
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4
|Hebreus 8:4|
If then indeed he were upon earth, he would not even be a priest, there being those who offer the gifts according to the law,
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5
|Hebreus 8:5|
(who serve the representation and shadow of heavenly things, according as Moses was oracularly told [when] about to make the tabernacle; for See, saith He, that thou make all things according to the pattern which has been shewn to thee in the mountain.)
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6
|Hebreus 8:6|
But now he has got a more excellent ministry, by so much as he is mediator of a better covenant, which is established on the footing of better promises.
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7
|Hebreus 8:7|
For if that first was faultless, place had not been sought for a second.
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8
|Hebreus 8:8|
For finding fault, he says to them, Behold, days come, saith the Lord, and I will consummate a new covenant as regards the house of Israel, and as regards the house of Juda;
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9
|Hebreus 8:9|
not according to the covenant which I made to their fathers in [the] day of my taking their hand to lead them out of the land of Egypt; because *they* did not continue in my covenant, and *I* did not regard them, saith [the] Lord.
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10
|Hebreus 8:10|
Because this [is] the covenant that I will covenant to the house of Israel after those days, saith the Lord: Giving my laws into their mind, I will write them also upon their hearts; and I will be to them for God, and *they* shall be to me for people.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva