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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Esperanto -
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22
|Jó 6:22|
CXu mi diris:Donu al mi, El via havajxo donacu pro mi,
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23
|Jó 6:23|
Savu min el la mano de premanto, Aux liberigu min el la mano de turmentantoj?
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24
|Jó 6:24|
Instruu min, kaj mi eksilentos; Komprenigu al mi, per kio mi pekis.
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25
|Jó 6:25|
Kial vi mallauxdas pravajn vortojn? Kaj kion povas instrui la moralinstruanto el vi?
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26
|Jó 6:26|
CXu vi intencas riprocxi pro vortoj? Sed paroloj de malesperanto iras al la vento.
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27
|Jó 6:27|
Ecx orfon vi atakus, Kaj sub via amiko vi fosus.
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28
|Jó 6:28|
Nun, cxar vi komencis, rigardu min; CXu mi mensogos antaux via vizagxo?
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29
|Jó 6:29|
Rigardu denove, vi ne trovos malpiajxon; Ripetu, vi trovos mian pravecon en la afero.
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30
|Jó 6:30|
CXu estas peko sur mia lango? CXu mia palato ne komprenas tion, kio estas malbona?
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1
|Jó 7:1|
Difinita estas ja por la homo la limtempo sur la tero, Kaj liaj tagoj estas kiel la tagoj de dungito.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva