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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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|Esdras 1:1|
Ensimäisenä Koreksen Persian kuninkaan vuonna, että Herran sana täytettäisiin, joka oli puhuttu Jeremian suun kautta, herätti Herra Koreksen Persian kuninkaan hengen kuuluttamaan koko valtakunnassansa, ja myös kirjoituksella, sanoen:
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|Esdras 1:2|
Näin sanoo Kores Persian kuningas: Herra taivaan Jumala on antanut minulle kaikki maan valtakunnat ja käskenyt minun rakentaa hänellensä huoneen Jerusalemiin, joka on Juudassa.
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3
|Esdras 1:3|
Kuka on teidän seassanne kaikesta hänen kansastansa? hänen Jumalansa olkoon hänen kanssansa! ja hän menköön Jerusalemiin, joka on Juudassa, ja rakentakaan Herran Israelin Jumalan huoneen, hän on Jumala, joka Jerusalemissa on.
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4
|Esdras 1:4|
Ja kaikkia jääneitä kaikissa paikoissa, kussa he muukalaisina ovat, pitää mielellänsä autettaman sen paikan kansalta hopialla ja kullalla, tavaralla ja juhdilla Jumalan huoneesen, joka on Jerusalemissa.
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5
|Esdras 1:5|
Niin valmistivat itsensä isäin päämiehet Juudasta ja Benjaminista, niin myös papit ja Leviläiset, kaikki, jotka Jumalan henki kehoitti menemään ylös, rakentamaan Herran huonetta, joka on Jerusalemissa.
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6
|Esdras 1:6|
Ja kaikki, jotka olivat heidän ympärillänsä, vahvistivat heidän kätensä hopia- ja kulta- astioilla, tavaralla ja juhdilla ja kalliilla kaluilla, paitsi mitä he mielellänsä uhrasivat.
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7
|Esdras 1:7|
Kuningas Kores myös toi Herran huoneen astiat, jotka Nebukadnetsar oli ottanut Jerusalemista ja pannut jumalansa huoneesen.
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8
|Esdras 1:8|
Mutta Kores, Persian kuningas, otti ne ulos rahanhaltian Mitridatin käden kautta, joka ne luki Juudan päämiehelle Sesbatsarille.
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9
|Esdras 1:9|
Ja tämä on niiden luku: kolmekymmentä kultamaljaa, tuhannen hopiamaljaa, ja yhdeksänkolmattakymmentä veistä,
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10
|Esdras 1:10|
Kolmekymmentä kultaista kuppia, ja toisia hopeaisia maljoja neljäsataa ja kymmenen, ja muita astioita tuhannen.
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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva